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Regras básicas de educação

Por Thalita Féba e Aline Cardoso



Camuflados na pressa que muitas vezes não existe, ou a falta de atenção... acabamos deixando de lado as velhas regras básicas da educação. E assim deixamos para trás a suavidade das "palavrinhas mágicas", a sutileza dos toques e a docilidade do acolhimento.

Com esse desprezo às pequenas coisas, na maioria das vezes damos mais valor ao ritmo do “tic-tac” do relógio do que à atenção que as pessoas necessitam.


Nas compras de Natal, muita atenção!



Por Kelly Matias


Em meio a correria das compras de final de ano, muita gente se empolga e acaba cometendo erros que podem comprometer a sua segurança e a acabar com a sua festa sem ela ao menos ter começado.


Segundo a Polícia Militar de São Paulo, pequenos detalhes podem evitar que você seja vítima de roubos e furtos, especialmente nas proximidades dos shoppings e grandes centros comerciais.


Confira aqui algumas dica segurança para efetuar as suas compras:


•Evite fazer compras sozinho;
•Procure não utilizar jóias e roupas que chamem a atenção;
•Faça suas compras em dias e horários de menor movimento;
•Para não chamar atenção, evite carregar muitos pacotes ou sacolas;
•Leve consigo somente cartões e cheques necessários;
•Leve consigo pequenas quantias em dinheiro, procure utilizar a opção de débito;
•Nunca deixe bolsa, carteira descuidados, eles devem ser transportadas junto e a frente do corpo, para o lado de dentro da calçada;
•Evite retirar sua carteira em público, principalmente em bares, lojas, locais de grande movimento;
•Desconfie de empurrões ou esbarrões;
•Avise imediatamente a perda, o roubo ou o extravio de cartões ou talões bancários;
•Se presenciar alguma situação suspeita no estacionamento, chame a segurança do shopping e, se surpreender alguém mexendo no seu carro, procure ajuda sem ser notado.


Falta de sorte ou de cuidado?


Adriana Aparecida Correia, de Franca, 28 anos, veio fazer compras na 25 de Março em dezembro de 2009 quando teve sua carteira furtada.


“Estava no meio da multidão com minha mochila nas costas e várias sacolas na mão. Depois de 5 minutos de caminhada, ao entrar em outra loja e chegar no caixa para pagar a compra, percebi que minha carteira que já estava na parte da frente da mochila.“


Adriana conta que na hora que procurou a carteira e não encontrou, não acreditava no tinha acontecido, por ter sido muito rápido, mas que depois de revirar a mochila inteira e não encontrar o pertence se arrependeu de ter deixado todo o dinheiro junto em um só lugar.


Ai já era tarde. Ela já não tinha dinheiro pra mais nada e nem seus documentos pessoais.


Imagem: Janaína Calaça em www.jeguiando.com

Bem vindo a festa do divórcio!


Por Aline Moura


Tudo começa com o namoro, são anos de relacionamento até que o casal decide que é hora de dar um passo importante na vida, juntar as “escovas de dentes” e compartilhar as experiências de modo integral, é o casamento. Considerado o ápice da vida adulta, mas será que continua viva aquela história do “felizes para sempre”?

Depois da mulher que casou consigo mesma em Taiwan, a nova tendência dos relacionamentos modernos é procurar um buffet, convidar familiares e amigos para o casal realizar a festa do divórcio. É como se fosse um ritual para os noivos retornarem a vida de solteirice. E aquele momento triste marcado por desentendimentos, é coisa do passado e superado na balada.
Em entrevista ao Portal UOL, a assessora de imprensa Meg Sousa conta a experiência:: “No início, meus amigos reagiram com muito espanto, não acreditavam. Depois, acharam a ideia o máximo. Nunca haviam visto uma festa com este tema e muito menos haviam participado de uma. Foi muito boa, tanto que neste ano realizei a segunda edição do evento”, diz.


As atrações

Também conhecida como “Bodas Rasgadas”, essa tendência já é febre nos Estados Unidos, de acordo com o portal existem empresas especializadas nesse tipo de evento, que agora chegou aqui para cair no gosto do brasileiro. A festa acompanha convites, decoração especial, bolos de casamento com enfeites personalizados e até jogo de dardos com a foto do ex companheiro. É um prato cheio para quem decide levar esse momento de um jeito diferente. E o mercado encontra nessa oportunidade, um nincho de atuação para desenvolver produtos específicos para esse tipo de evento.

A hora do divórcio


Divorciado há pouco mais de um ano, o mecânico Fabiano de Holanda, não aprova muito a ideia da festa do divórcio mas indica: “todo mundo pensa em casar um dia, pensa em ser feliz, mas se não dá certo, você não pode insistir em algo que não vá te fazer feliz, você tem que procurar algo melhor”, conta o rapaz.

O levantamento de dados do IBGE sobre casamentos e divórcios no Brasil aponta que em 1999 eram aproximadamente 25% de divorciados sem filhos, e em 2009, o número subiu para cerca de 37%. Fabiano atribui o rápido fim dos relacionamentos a questão da fidelidade: “Hoje em dia é muito difícil encontrar fidelidade, seja no homem ou na mulher, é difícil deitar no travesseiro tranquilo, fechar os olhos e confiar”, afirma o mecânico.

Comer, rezar e amar?

O filme lançado em setembro nos cinemas brasileiros, relata a história de Liz Gilbert (Julia Roberts) uma mulher moderna que sempre teve tudo o que desejou. Mas, após se divorciar, decide arriscar a vida estável e partir em busca de novas experiências. Em outros países conhece novos sabores com a gastronomia italiana, o poder da oração na Índia e um novo amor em Bali. Liz parte em busca de sua essência, será que é esta essência pela qual homens e mulheres estão a procura? O encontro do equilílibrio e da paz interior?

Um mundo incompreendido


Por Tayrine Antunes


“Cheguei a pensar que eu era o ser humano mais ‘burro’ da face da Terra. Na faculdade, li cerca de quatro vezes o mesmo livro e não conseguia compreender o que estava escrito”. Essa frase é do jovem Leonardo Gomes, 27, que sofre de um distúrbio de linguagem conhecido como dislexia.


Tempos atrás o aluno que tinha dificuldade na leitura, na escrita e de compreensão de textos era pejorativamente chamado de “burro” pelos colegas. Hoje, sabe-se que essas características fazem parte de um transtorno de fundo neurológico. Ou seja, a região do cérebro do disléxico processa as informações de forma diferente, como um computador lento que demora a carregar as tarefas.

Durante a leitura, o disléxico muda a seqüência das letras e, muitas vezes, fala palavras totalmente diferentes das escritas. Segundo a fonoaudióloga Suely Barbosa, isso acontece porque “eles tem dificuldade na decodificação, por isso não compreendem os textos”. Isso não significa que eles possuem deficiência intelectual, pelo contrário. “Para ser disléxico, a pessoa tem que ter uma inteligência normal ou acima do normal. Se a pessoa tiver uma deficiência na inteligência, ela terá problemas com a compreensão e a dificuldade de linguagem muitas vezes é secundária”, conclui a especialista.

Quando era criança, Leonardo enfrentou várias divergências com os professores e os colegas de classe. Muitas vezes precisou defender suas crenças por meio de brigas e xingamentos. A descoberta da deficiência trouxe alívio e confiança para continuar seus estudos. “Fiquei mais seguro quando descobri que tinha dislexia. Não adiantava querer desafiar meus limites para mostrar aos meus colegas que eu era capaz. Poderia ler mil vezes o mesmo livro que não iria entender. O que seria diferente se alguém lesse uma única vez pra mim”, relata o rapaz, recém- formado em relações públicas.

Por não ter fluência na leitura, o disléxico também tem dificuldade na escrita e o desempenho na faculdade ou na escola muitas vezes é ruim. A falta de informação é um dos fatores que leva a pessoa que sofre desses distúrbios a não ter a atenção adequada. Já existe uma lei que protege os direitos dos disléxicos, que atribui direitos como o tempo extra para fazer provas, além de poder exigir uma pessoa que faça a leitura do exame.

Em São Paulo, a Unesp (Universidade Estadual Paulista) e a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) são exemplos de instituições de ensino que respeitam as condições das pessoas que sofrem deste distúrbio. Durante o período de vestibular, estas escolas disponibilizam um profissional habilitado a ler e também escrever, caso o vestibulando queira.

Para mais informações sobre a dislexia, acesse : http://www.apad-dislexia.org.br/

OUTRAS CARAS, OUTRAS CORES...

Por Emanoelly Nascimento


Punks, clubbers, hippies... esses caricatos da sociedade usam seu jeito irreverente como forma de crítica e são mal vistos pelos cidadãos ditos comuns, sendo esta sua principal arma. O boom dessa onda alternativa teve início na década de 60. Essencialmente liderada por jovens contestadores do consumo, e principalmente do padrão estético exigido e estabelecido pela sociedade elitizada.

Com o desenvolvimento dos meios de comunicação, há atualmente uma liberdade de expressão maior, onde a diversidade é mais aceita. As pessoas ainda tendem a se sentir acuadas, mas o preconceito foi substituída pelo curiosidade. Em entrevista a VJ da MTV Marimoon, 26, declarou que divide a opinião das pessoas em três etapas: crianças, adolescentes e adultos.


“As crianças são mais curiosas e, apesar de não me conhecerem, têm medo, ainda não faço parte do seu repertório, então se assustam; os adolescentes são mais desbocados, sabem quem eu sou e por isso querem que eu perceba que estão me olhando, apontam e tal. Em compensação os adultos... assim como as crianças, não faço parte de seu repertório, mas me olham como algo estranho, existe certa vergonha em estar na minha presença. Eles já têm uma opinião formada, por isso são mais caretas!”


Caracterizados por seus acessórios e roupas bem coloridas, cada vez mais o público alternativo chama a atenção pelos lugares onde passam como Marimoon, que revelou “ser alegre e colorida!" Os cabelos sempre são peça chave no reconhecimento de um autêntico underground. São sempre coloridos e penteados de maneira nem um pouco convencionais agregados a acessórios, piercings e afins.


Marimoon: filha de mãe hippie e pai surfista, pinta o cabelo há seis anos


Geralmente eles se excluem da sociedade, freqüentando locais específicos onde encontram os iguais da sua tribo - forma encontrada para evitar os maus olhares alheios. Marimoon afirmou que nos locais que ela costuma freqüentar existem pessoas de todo tipo, como parques e a Galeria do Rock. Sempre foi o centro das atenções, mas depois que ela entrou na MTV e passou a ser reconhecida, diminuiu o espanto das pessoas, mas, como o público da emissora é bem segmentado, ainda há muitas pessoas que entram em choque!




O gosto musical é um ponto bem específico, comumente separado por categorias, como o rock, hardcore e emocore. No final da década de 60, o rock teve um desempenho bem expressivo com o festival Woodstock, que reuniu artistas de diversos estilos musicais com o propósito de massificar suas críticas e o lema central era “sexo, drogas e rock’n’roll”.




Os chamados emos, assim apelidados por suas músicas emotivas e de caráter sentimental, apresentam-se à sociedade com roupas geralmente escuras e penteados compostos por longas franjas em diagonal. Fogem um pouco da aparência colorida e crítica de outros grupos, mas o preconceito passado por eles ainda é grande. Grupos como os skinheads os abominam, agindo com muita violência em sua presença.


Emos: Franjas longas e olhos pintados




Os meios de comunicação em geral deveriam exercer um papel mais colaborativo na questão da inclusão desse público à cultura convencional. O descrédito atribuído a eles ainda é muito grande. Marimoon pode ser um exemplo: como aparece na TV, as pessoas a encaram como artista, ‘artista pode tudo!’, mas se virem uma pessoa com estilo parecido, a repudiaria, como se quem aparece na TV tem um poder, uma permissão que as anônimas não têm.

Comportamento na rede


Por Thalita Féba


Em recente visita ao Brasil, o sociólogo da comunicação Dominique Wolton, 63, polemizou o uso das redes sociais e apontou como conseqüência para o internauta a solidão interativa. Em entrevista concedida ao jornal "Folha de São Paulo", Dominique defende sua teoria de que as redes sociais só funcionam para formar comunidades e não sociedades, nas quais é preciso conviver com diferenças.



O Brasil é um dos dez países que mais acessam redes sociais, segundo pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência. Os resultados mostram que 87% dos internautas acessam redes sociais, com tendência de ascensão em 20%. Os dados da pesquisa colocam o país em décimo lugar entre os usuários de sites como Orkut, MSN, You Tube, Twitter e Facebook.


Os números demonstram que as redes já fazem parte do dia a dia de muitas pessoas. " Não me imagino sem MSN, ou Facebook. Ás vezes, preciso falar com alguém o mais rápido possível, daí não preciso ficar ao telefone, é só entrar na net", relata o estudante de direito Leandro Jobst.



Mascarando a realidade



Há muito se fala de falsidade ideológica na internet. Não há como controlar quem, quando, como, onde e porque cada usuário entrou em determinado site. Mas quando a questão é comportamento na rede, especialistas afirmam que em alguns casos a internet pode auxiliar na sociabilidade.


"A internet é uma página em branco. Criamos nossa história, temos o poder de escolher se queremos determinada coisa, mas o principal fator atrativo é a liberdade de expressão. No caso das redes sociais, o acesso predominante ainda é do público jovem, pois é naquele espaço que seus medos, emoções e manias podem ser colocados. No caso do facebook, o mais interessante não é só compartilhar conteúdos, e sim acompanhar a quantidade de pessoas que 'curtiram'o que foi dito", explica a psicóloga Ana Mello.

Então é Natal...


Por Laís Alves

Então chegou aquela época que eu particularmente adoro. As ruas ficam mais bonitas. Os shoppings ficam decorados. As ruas e centros comerciais, entretanto, ficam inabitáveis de tanta gente. Que o diga a região da 25 de março.
Gente do Brasil inteiro vem para São Paulo nessa época de décimo terceiro só pra fazer compras na 25, então imaginemos o caos que essa rua fica. Pior que em qualquer outra época do ano. Os atrativos da 25 são os preços razoavelmente baixos (em comparação com os shoppings), principalmente para atacados.
Algumas dicas para a galera que curte o calor humano que a gente só pode conseguir na 25 de março - é bacana comprar roupas, sapatos, acessórios e bijouterias. Se seu interesse é comprar eletrônicos, eletrodomésticos e eletroportáteis, prefira lojas com nota fiscal. Porque na 25 "la garantia soy yo". Prefira também ir pela manhã, entre as 9h e 11h e durante a semana, para evitar aglomerações. E, a mais valiosa de todas as dicas - carregue seu dinheiro, bolsa e celular sempre a frente e junto ao corpo, para evitar mãos leves.
E vamos todos às compras!

Imagem: http://www.marcofeliciano.com.br/site2006/painel/galeria/enfeite%20de%20natal.jpg

Eleição suja, não!

Por Danilo Nunes


Não tem jeito. Entra eleição, sai eleição e é sempre a mesma coisa. No dia da votação, encontramos as ruas de nossas escolas imundas, em um estado vergonhoso, com santinhos espalhados por todos os lados. No caso de São Paulo, a coisa deveria ficar um pouco melhor, já que o voto é apenas para presidente.

Nas próximas eleições, vamos lutar pelo direito de ter uma cidade limpa também em dia de eleição! Outro dia, alguns colaboradores do ProvisórioSP estavam conversnado sobre isso. Com a implantação da lei que limita o tamanho de outdoors e painéis nas ruas, qualquer tipo de poluição visual é um grande incômodo. Ver aquele monte de santinhos espalhados, parecendo pilha de cartas dos sorteios de TV (se lembram disso!), dá agonia!

Não votem em candidatos que sujem as ruas. Eu sei que tem uma galera que tira uma graninha distribuindo os panfletinhos e que, ao final do dia, escolhe um cantinho escondido e joga fora o que não distribuiu. Também sei que os eleitores, muitas vezes para ajudar, pegam esses papéis e jogam em qualquer lugar. Lixo é no lixo! A frase é clichê, mas é uma verdade.

Como se não bastassem as sujeiras que vemos antes, durante e depois da campanha, ainda ter que aturar sujeira política nas ruas no dia da eleição, não dá. Se pegar, guarde e jogue no primeiro lixo que encontrar, se não quiser ficar com ele (até hoje não conheci ninguém, mas deve haver um colecionador). Ou então não pegue! Mas vamos contribuir para a limpeza de nossa querida cidade! Boa eleição para todos, se é que vai ser boa... Opa, tô invadindo editoria, foi mal!

Foto: diariodopara.diarioonline.com.br

Inteligência Emocional - A chave para o sucesso

Por Thalita Féba

O vai e vem da sociedade, o ritmo frenético que envolve a tríade faculdade, trabalho e família. Ao leigo olhar de um observador, o segredo do sucesso é atingir o êxito supremo no campo financeiro. Mas será que vale a pena sacrificar uma série de desejos e objetivos, para garantir um acúmulo de dinheiro?

É fato que dinheiro significa prazeres e satisfações saciados, mas não é tudo. O pequeno e simples segredo da plena satisfação está ligado a algo que independe de poder aquisitivo, bom emprego ou a uma colocação louvável no meio em que se vive. Acionando o botão da inteligência emocional, o corpo é unificado em uma só sintonia, o que proporciona equilíbrio e nos mantém “menos pressionados” pelo sistema socialmente imposto.

O psicólogo Daniel Goleman classifica a inteligência emocional em simples habilidades que podem ser praticadas no dia-a-dia:

1- Auto- Conhecimento emocional – Reconhecer um sentimento quando ele ocorre;
2 - Controle Emocional – O famoso respirar fundo e contar até 10 ( PRATIQUE NO METRÔ PELA MANHÃ);
3 - Auto-Motivação – Busque força, e transforma todas as situações em aprendizados;
4 - Reconhecimento de emoções das outras pessoas ( OLHE PARA O OUTRO);
5 - Relacionamentos interpessoais – Dinamismo, carisma e bom senso são fatores essências.

Para viver melhor

É claro que ninguém é todo o tempo um poço de tranqüilidade e auto-motivador, mas busque ler este texto com um olhar crítico sobre as suas atitudes com o outro. Reflita sobre ações simples que podem melhorar a sua forma de viver, e como conseqüência todo o seu meio de relacionamento.


Foto: divulgação

O ato de reconhecer e saudar uma pessoa


Por Tamires Santana

Da forma mais simples possível, o ato de reconhecer alguém e saudá-lo é feito pelo cumprimento. Seu significado é simples, assim como a prática. Quer dizer, se não fosse o fato deste gesto estar quase em extinção ultimamente.

A ausência do cumprimentar dá uma sensação de desprezo, quase uma dor de algo não correspondido. Tudo bem, não deve ser tão intenso assim, mas que incomoda, incomoda. Suponhamos que você esta lá, lindo(a) e poderoso(a) andando pela rua, quando alguém que nunca viu na sua vida lhe cumprimenta. O que pensa?

Provavelmente: o que esta pessoa quer? Será que é um ladrão? Será que eu a conheço e não lembro de quem se trata? E por aí vai.
Não, simplesmente a pessoa é educada e gentil, enquanto do outro lado tem alguém confuso e neurótico.

A rotina agitada de uma cidade grande tende a deixar a população no mesmo ritmo de alerta e, na grande maioria, rude até demais . Ações simples no nosso dia-dia, mesmo em meio a superlotação, atrasos e correria, fazem toda a diferença. O mundo ficaria menos tenso se cada um praticasse ao menos um gesto de gentileza.

Não custa nada sorrir e dizer bom dia, tarde ou noite. Não precisa nem mostrar os dentes se isso for forçar demais, mas use a educação. Em outras situações, pode dar passagem, raciocinar o espaço que a sua mochila ocupa nas suas costas, quando incomodaria menos se estivesse nas mãos. Pedir desculpas, mesmo se a culpa do tumulto for da falta de estrutura do transporte público, colocar um fone de ouvido, já que as outras pessoas não são obrigadas a ter o mesmo gosto musical que você... Coisas "pequenas", mas valiosas.

Foto:
http://2.bp.blogspot.com/_ZBF1Y2J8yYg/RysXLIZ8gKI/AAAAAAAABCs/T0rQ2Pd6ZeU/s320/o-bom-humor-da-ministra.jpg

Viva a fluorescência!


Por Tayrine Antunes

Depois da presença das cores fortes nos esmaltes e nas roupas, a tendência agora é o neon nas maquiagens. Sombras em laranja, amarelo e verde estão cada vez mais presentes nas prateleiras das perfumarias. Os tons chamativos e ousados, que fizeram sucesso na década de 80, ressurgiram com muita força e prometem colorir mais uma estação: o verão 2011.

Como qualquer maquiagem convencional, as makes fluorescentes não combinam com exageros. O neon chama atenção por si só. Basta escolher a região do rosto que irá valorizar e usar os tons a seu favor. “Se você gosta de destacar mais os olhos, esqueça que existem batons em cores vibrantes: prefira um brilho labial. Você tem que escolher entre ser simples e agradável ou ser exagerada. A simplicidade é o segredo”, diz a maquiadora Cida Gonçalves, que trabalha no salão de beleza Madan, na zona Leste de São Paulo.

Que tal um incentivo?

Os tons cítricos e reluzentes contagiam pessoas de todas as idades. Mas algumas mulheres têm receio de usar devido à extravagância, característica conhecida como “cheguei”, dessa moda. Nada que um bom incentivo através de aulas gratuitas não resolva.

O proprietário da perfumaria Sempre Bonita, Fellipi Moreira, disse estar atento a essa tendência que colore as ruas paulistas. “No ano passado, as mocinhas chegavam em minha loja e me perguntavam se tinha ‘maquiagem fluo’. Eu sabia que se tratava de maquiagem, mas desconhecia qual era o tipo”, diz Moreira. Depois que se inteirou mais do assunto, o dono da loja resolveu investir nesses cosméticos, contratando maquiadoras para darem aulas de auto-maquiagem a quem adquirir algum produto da linha fluorescente na loja.

A freqüentadora da Sempre Bonita, Roberta Lins, 21, é apaixonada por maquiagem e cores cítricas. Ela não sai de casa sem passar lápis nos olhos e ressaltar a maçã do rosto com o blush rosa. “Sempre gostei de cores chamativas. Agora que está na moda tenho várias opções de escolha. Sou um arco-íris ambulante”, brinca Roberta, estudante do primeiro ano de administração.

Na verdade, a moda debruça em sua própria história: o neon já foi protagonista nos anos 80. O que acontece, atualmente, é um resgate do que foi sucesso na época. As chamadas “cores fluo”, aquelas fluorescentes, ressurgem com força total como uma alternativa para iluminar o rosto das brasileiras no verão 2011.


Foto: http://www.flavios.com.br/blog/index.php/2010/04/o-neon-vibrante-dos-anos-80-sandalia/

Pagando as contas

Por Giselle Olmedo

Vida de universitário não é nada fácil. Exaustiva, consome energia e os neurônios. Para os jovens, trata-se de uma fase de transição da adolescência para a vida adulta. Isso traz no pacote a responsabilidade. Ela chega para colocar a casa em ordem: prazos para as tarefas, dedicação aos estudos rumo a um bom emprego, trabalhar naquilo que não se gosta para pagar as contas... Bom, o início sempre é complicado. Ajudar os pais e cobrir as despesas da faculdade nem sempre é possível de conciliação. Aperta dali, economiza aqui, e lá se foi mais um mês, e o dinheiro pra conta da instituição que vai te formar.


‘Se vira’, meu!


Thais de Paula (foto), estudante da Universidade São Judas Tadeu, já passou por isso. Ela está no 3º ano de Comunicação Social, e hoje faz estágio em sua área. Thais mora com os pais e os irmãos no Jardim Elba, zona leste da capital, e quando decidiu fazer um curso superior não imaginou as dificuldades que iria enfrentar. Antes de passar no vestibular, trabalhava em uma ONG (organização não-governamental) como auxiliar administrativo. Na mesma semana em que teve a notícia que foi aprovada na facul, acabou sendo demitida. E agora?

A estudante começou a ‘se virar’, vendendo revistas nas estações de trem. Em Jandira e Jundiaí estava seu público, que acabou se tornando fiel. “Eu ficava em frente aos bancos, na estação, e abordava as pessoas, que compravam revistas de culinária e de palavras-cruzadas. Dizia que era para ajudar na minha formatura”, conta. De fato, dentro de um ano a universitária se forma. Hoje, mais tranquila financeiramente, ela consegue conciliar seus gastos de forma mais organizada.

Ajuda dos pais

Aluna de contabilidade, Aline Rezende está no 4º ano do curso, tem um filho e batalha para dar um futuro melhor ao garoto Anderson, de 1 ano e meio. “Nos primeiros dois meses da faculdade, quem bancava eram os meus pais. Depois, arrumei um emprego como operadora de telemarketing e ganhava o suficiente para pagar a mensalidade e a condução. Na época eu fazia um curso técnico, também pago, mas quem arcava com a despesa era o meu pai”, conta.


Após engravidar e sair de licença, Aline pediu demissão da empresa. “Fiquei duas semanas desempregada, quando surgiu a oportunidade em trabalhar como atendente em um outro call center”. Comparado à empresa anterior, o salário é bem maior e ela não tem maiores problemas com as contas. Aline paga despesas como água e luz, além de deixar a disposição seu vale-alimentação, “após comprar a quantidade de fraldas e leites o suficiente para um mês”, brinca.

Difícil e complicado. Mas hoje, para se levar uma vida de universitário e se preparar para ter uma formação, é necessário ter muita força de vontade, em meio às contas para pagar.

Foto: Giselle Olmedo

Fofocar faz bem, pelo menos para quem faz


Por Aline Cardoso


Segundo a wikipedia: A fofoca consiste no ato de fazer afirmações não baseadas em fatos concretos, especulando em relação à vida alheia. E você acredita que fofoca faz bem? Pois é, uma pesquisa da universidade Staffordshire, no Reino Unido mostra que falar sobre outra pessoa melhora a auto-estima e dá sensação de amparo.


A fofoca levanta a auto estima, mas quando a fofoca é para falar bem da outra pessoa. Aquelas nas quais as pessoas elogiam outras, podem ter resultados desejáveis para quem conta a história. O estudo aponta que falar da vida alheira é relaxante, não engorda, rejuvenesce e melhora o humor, sendo um antídoto contra a monotonia e a solidão. Sem falar que é um importante instrumento para a integração social. Ah, e falar da vida alheia também faz bem à pele.


Tanto homens quanto mulheres FOFOCAM, geralmente os homens fofocam sobre mulheres, é fato, e sobre o ambiente de trabalho. Enquanto as mulheres fofocam sobre outras mulheres, sendo uma maneira de passar o tempo.


A seguir os hábitos da fofoca:


As piores cantadas que um homem pode te dar!


Por Priscila Souza


Quem nunca ouviu uma dessas: “Ele: Qual o segredo? Você: De quê? Ele: De tanta beleza!”. Algumas cantadas podem até ser engraçadas, mas, hoje em dia, as mulheres querem mesmo é receber xavecos inteligentes. Alguns homens são extremamente criativos, não se pode negar, mas têm outros que chegam a ser ridículos com cantadas decoradas, não é?!


Listamos as 10 piores cantadas que um homem pode te dar. Veja qual delas te fisgaria e divirta-se:


1- Você acredita em amor à primeira vista ou devo entrar novamente?
2- Você está na minha lista de coisas para fazer esta noite, sabia?
3- Ele: Cadê o papel? Você: Que papel? Ele: O que você estava embrulhada, meu bombonzinho.
4- Estou participando de uma campanha de doação de órgãos! Não quer doar seu coração para mim? (Muito sacada, mas ainda sim, ruim)
5- Não sou do Itaú, mas fui feito para você!
6- Se você fosse um sanduíche teu nome seria X-Princesa.
7- Ele: Você comeu sucrilhos de manhã? Você: Não, por que? Ele: Porque você despertou o tigre que há em mim.
8- Seu pai só pode ser um agricultor, porque você é um chuchuzinho!
9- Posso não ser um astronauta, mas garanto que te levo às alturas!
10- Não sou Casas Bahia, mas minha dedicação é total a você!


Não caia em qualquer furada, tenha sempre respostas inteligentes na ponta da língua:


Ele: Será que eu já não te vi em algum lugar? Você: Claro! Eu sou a recepcionista da clínica de doenças venéreas, não se lembra?


Ele: A gente já não se encontrou em algum lugar antes? Você: Já e é por isso que nunca mais voltei lá.


Ele: A gente vai para a sua casa ou para a minha? Você: Os dois. Você vai para a sua casa e eu para a minha.

Palavras podem até nos conquistar temporariamente, mas atitudes nos ganham ou nos perdem para sempre. Fica a dica para os homens de plantão!
=)


Foto: http://florderosa.wordpress.com/

Veste uma roupa agora, menino!

Por Giselle Olmedo
Nesta semana, Londres foi o palco no qual cientistas apresentaram o tecido que pode ser vestido por meio do simples ato de borrifá-lo no corpo. Sim, aerosol. Isso, esse algodão aí da sua roupa, que cobre seus corpinho, num futuro não tão distante será substituido por um spray igualzinho àquele desodorante que você usa. Ou ainda, igual ao que você espanta os pernilongos.

O nome do "criador" é Manel Torres, universitário e estilista espanhol. O Manel lá da terra das touradas abriu a Fabrican Limitada junto com seu professor, Paul Luckhan, depois de conceber o invento. A ideia de Torres é expandir o negócio, aplicando a novidade não só em substituição ao bom e velho vestuário, mas também para curativos, lenços umedecidos, estofamento para carros, aromatizadores e até polidor de sapatos.

O aerosol com tecido, quando aplicado na pele, seca de imediato. Sem costura, assim que você tirá-lo do corpo, é possível lavá-lo e reutilizá-lo. O tal pano é feito com polímeros, que nada mais é do que um apanhado de pequenas fibras, além de solvente, permitindo que seja aplicado na forma líquida.
É, a tecnologia impactando como sempre. Mas ainda sou adepta ao bom e velho casaco que minha mãe sempre manda eu levar quando saio de casa.

Cadê o sono?

Por Tayrine Antunes

Depois de um dia intenso de trabalho, cumprindo prazos e atividades que parecem não acabar nunca, é chegada a hora de ir para casa. O primeiro sinal de cansaço é o fechar dos olhos, que é percebido nos intermináveis minutos do lento trânsito paulistano.

Nesse intervalo de tempo, você se programa para uma boa noite de sono e de descanso. Ao chegar em casa, toma banho, janta, o ritmo frenético vai diminuindo e a cama parece ser o melhor lugar. Basta virar para o lado, posicionando o corpo para descansar, que a angústia começa.
Mais da metade da população da cidade sofre de algum problema relacionado ao sono. Segundo pesquisa inédita realizada pelo Instituto do Sono, ligado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp),
77% dos paulistanos assistem à noite passar em claro ou acordam inúmeras vezes.

Não é a toa que o estilo de vida do paulistano fez São Paulo ganhar o título da “cidade que nunca dorme” (ou melhor, a metrópole que dorme mal).


Foto: divulgação

A febre dos esmaltes toma conta de São Paulo

Por Aline Cardoso

No verão, os cuidados entre as mulheres aumentam. E é nessa época do ano em que todas querem estar na moda. E não se pode falar de moda, sem comentar dos esmaltes, que são a bola da vez no mercado nacional de cosméticos.


A vaidade das brasileiras levou o Brasil ao topo do mercado de esmaltes. Nosso País é o segundo maior consumidor do produto do mundo, só perde para os EUA. E São Paulo é a cidade em que há mais consumidoras desse produto.

Em 2010 já foram vendidos mais de 65 milhões de frascos no Brasil. Há um para cada gosto. Existe até esmalte que muda de cor, dependendo da temperatura do seu corpo.

Mas a novidade é o esmalte com efeito 3D. Ele é holográfico e tem efeito tridimensional. Tal novidade está prevista para chegar às prateleiras das perfumarias de São Paulo ainda este mês. Outra novidade são os esmaltes com o neon, com as cores chamativas que se destacam de longe.

As cores que estão na moda são as vibrantes como verde limão, rosa choque, roxo, laranja, azul, amarelo e vermelho. São cores chamativas e nada convencionais. E com a moda dos esmaltes, o faturamento do setor subiu 45%. A variedade de esmaltes é imensa, e com certeza existe uma cor para cada personalidade. Não perca tempo e arrase nesse verão.

Foto: divulgação


Centro de memórias GLBT

Por Laís Alves

A Associação GLBT Casarão Brasil inaugurou ontem um centro destinado ao arquivo de memórias do movimento gay em São Paulo. O projeto é fruto da parceria entre a Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual (Cads) e do Casarão Brasil (CABAG).

O espaço contará com acervo de obras de arte, arquivo de periódicos, fotos, arquivos de áudio e vídeos que retratem a história do movimento GBLT.

O projeto ainda prevê a criação do Museu da Comunidade GLBT. A entrada é gratuita e o Casarão está preparado para receber o material de todos aqueles que estiverem dispostos a ajudar.


Endereço: Rua Frei caneca, 1057
Informações: (11) 3171-3739
contato@casaraobrasil.org.br
Entrega de material de segunda-feira a sexta, das 10h às 18h.

Foto: Divulgação

Tratamentos psicológicos gratuitos em São Paulo

Por Thalita Féba

Stress, cansaço, agitação, irritabilidade, sonolência e desestimulo. Estes são alguns sintomas que podem estar interligados à depressão.

Todos nós já passamos por dias intermináveis ou apenas nos irritamos com coisas simplórias.
Mas quando os sintomas tornam-se frequentes, é o momento de ficar alerta e procurar ajuda.

A depressão é uma doença silenciosa, que não escolhe idade para começar. Ela pode desenvolver-se a partir de um trauma ou apenas quando algo não sai como o esperado. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, depressão não é frescura, é, na verdade, um distúrbio grave, uma doença que exige tratamento.

Então, preocupe-se com a saúde mental, pois um corpo eficiente começa com a mente saudável!

Locais que oferecem tratamento psicológicos gratuitos em São Paulo:

ALPHAVILLE
Clínica Psicológica Objetivo- Universidade Paulista
Alameda Amazonas, 492
Telefone-4191-1078

ACLIMAÇÃO
Clínica Psicológica Objetivo- Universidade Paulista
R-Apeninos, 294
Telefone-3341-4250

ALTO DA LAPA
CEAF- Centro de Estudos e Orientação da Família
R-Japuanga, 235
Telefone-3022-9596

BUTANTÃ
Clínica Psicológica da USP
Av-Prof Lúcio Martins Rodrigues Travessa 5 Bloco 21
Telefone-3031-2420/ 3091-4281

CENTRO
Clínica Psicológica Mackenzie
R-Maria Antônia, 358 1 andar
Telefone-3256-6217/3256-6827

IPIRANGA
Clínica Psicológica São Marcos
R-Clovis Bueno de Azevedo, 176
Telefone-3491-0500/274-5711

PARAÍSO
Clínica Paulistana de Psicologia
R-Correa Dias, 93 (ao lado do metrô Paraíso)
Telefone-5549-6593

PACAEMBU
CEP-Centro de Estudos Psicanalíticos
Rede de atendimentos profissionais em diferentes regiões em São Paulo
R-Almirante Pereira Guimarães, 378
(triagens neste endereço e posterior encaminhamento)
Telefone-3872-2217


Imagem: divulgação

A cidadania no transporte público

Por Danilo Nunes

A vida do paulistano é gasta, em grande parte, no trânsito. E isso independe do local onde você mora. São Paulo é uma caixinha de surpresas. Portanto um trajeto no qual você leva 15 ou 20 minutos, num dia chuvoso, por exemplo, pode levar uma hora e meia com muita facilidade.

Sou usuário do metrô, como milhões de moradores da capital. Como se não bastasse, também encaro a CPTM. Já que tenho de ficar tanto tempo "preso" num mesmo lugar, vou observar as pessoas, um exercício pertinente a qualquer jornalista.

Tenho comentado com amigos o quanto a cidadania do paulistano tem sido bem praticada no transporte coletivo, especialmente no metrô. Se antigamente não eram respeitados os assentos preferenciais, nos dias atuais as pessoas se recusam a usar os bancos reservados para idosos, gestantes, obesos, indivíduos com deficiência ou com crianças de colo. Deixam esses lugares vazios, embora possam ocupá-los na ausência de pessoas com essas características. O que surpreende é que a iniciativa parte especialmente dos jovens. Quando estão sentados nesses assentos ou não, se levantam e cedem para a turma da melhor idade, por exemplo.

O programa Fantástico, da Rede Globo, comprovou essa consciência paulistana. Foi feito um teste com idosos em transporte público, em algumas capitais brasileiras. Em São Paulo, dos dez trajetos onde um senhor de 84 anos esteve, ele teve lugar cedido para sentar em nove. A capital paulista ficou em primeiro lugar neste teste de gentileza, entre as quatro pesquisadas pelo programa.

A prática cidadã está contagiando a todos, de forma gradativa, é claro. Mas não é possível chegar ao topo de uma escada sem subir o primeiro degrau. Com o passar dos anos, veremos o resultado maior do que estamos praticando hoje: um lugar melhor para viver.

Leia a matéria completa do Show da Vida:
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1556755-15605,00.html


Foto: http://www.flickr.com/photos/cptm_oficial/4443730278/