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As piores cantadas... no elevador!



Equipe Provisório SP

Você já foi cantada no elevador? Como se não bastasse, a criatividade do "garanhão" deixa muito a desejar. A equipe do blog Provisório SP selecionou as quatro piores cantadas. Sabe de alguma outra? Comente: provisoriosp.blogspot.com.

A tropa de sucesso


Por Felipe Andrade


Dia desses fui ao cinema, aqui na Reserva Cultural, assistir o Tropa de Elite 2. Sem contar que precisei esperar 40 minutos na fila, pra comprar o ingresso pro dia seguinte, foi uma situação legal. Mas só até entrar na sala do cinema. Não quero entrar no mérito da história do filme em si. Deixo isso para alguma outra oportunidade, quando for falar de cultura e entretenimento.


Mas, foi curioso ver a reação das pessoas na hora de entrar, e na hora de sair da sala de exibição do filme. Antes do início, todos os espectadores estavam sorrindo. Ao término do filme, não se viam risadas. Talvez por que, através da ficção, vê-se uma situação totalmente real e que acontece debaixo de nossas fuças.


O Tropa de Elite 2 tem tudo para ser o filme brasileiro mais assistido. Com menos de 20 dias de exibição, são mais de 6 milhões de espectadores. Já é o 3º. Muito disso é causado a fama que ganhou no primeiro filme que, de certa forma, deve-se a pirataria, que o fez bombar e ficar famoso. 


O Tropa de Elite 1 foi vencedor do Urso de Ouro de Berlim, um dos prêmios mais importantes da indústria cinematográfica mundial. Fez muito sucesso e não foi o filme brasileiro indicado ao Oscar. O mesmo aconteceu com o segundo. Sou muito leigo em questões de cinema, mas não dá pra entender as opções do Ministério da Cultura...


Foto: divulgação

Diálogos de Elevador

Por Zaqueu Fogaça


O elevador é um ambiente estereotipado por abrigar conversas estranhas e de baixo nível intelectual. Mas, afinal, será que ele é o fator determinante para o nível dos diálogos que ocorrem em seu interior? Para compreender seu papel como meio de transporte e de sociabilidade entre seus passageiros é necessário confrontá-lo com outros fatores; como sua localização e, principalmente, seus passageiros.

O primeiro fator que deve ser levado em consideração para analisar os devaneios elevadorianos é a parte externa do elevador, ou seja, o prédio que o abriga. Se for um condomínio residencial de periferia, a conversa terá um determinado nível de debate; mas se o elevador estiver localizado no Museu do Louvre, o nível da conversa será totalmente diferente. A primeira percepção que se tem ao fazer esta comparação, é que o nível do discurso que ocorre no elevador é influenciado pela localização do mesmo.

No entanto, o elemento mais importante a ser analisado é o fator pessoa, ou seja, os protagonistas da conversa; pois são eles os principais responsáveis pelo nível intelectual que a conversa atingirá. Para representar melhor a situação, imaginemos duas possíveis conversas de elevador: Uma entre dois bêbados e a outra entre Bertolt Brecht e Friedrich Nietzsche. Torna-se clichê dizer que ocorrerá uma discrepância entre os dois diálogos. Um, certamente será o oposto do outro. Sendo assim, pode-se dizer que o nível intelectual de uma conversa de elevador será determinada pelo nível de seus passageiros.

A problemática - que impede que o elevador seja um meio de transporte como qualquer outro - está relacionada à capacidade do elevador em promover a sociabilidade entre seus passageiros. Quase sempre a conversa inicia com o discurso cotidiano e recai no jornalismo de serviço, como a previsão do tempo, o trânsito, tragédia...

Portanto, precisamos romper os paradigmas que envolvem o diálogo no interior do elevador para não ficarmos presos ao discurso espúrio e não cair numa generalização do diálogo, o que nos leva a abnegar de um pensamento reflexivo e crítico sobre os fatores que determinam o nível dos devaneios que ocorrem no interior desse ambiente que abriga as conversas mais insólitas que existem.


Imagem: Zaqueu Fogaça

Vida de estágiário

Por Aline Moura


São Paulo é a cidade das oportunidades principalmente quando se trata do mercado de trabalho. Os arranha-céus da metrópole identificam a característica econômica e empresarial. E aqui o que não falta é gente para trabalhar e gente à procura de emprego. Mas, a enfâse aqui são os universitários e futuros estágiários.


Lugar típico para encontrá-los: no metro ou no elevador. E, é fácil identificá-los na busca pela tão sonhada oportunidade, geralmente são jovens vestidos com roupas sociais, cabelos impecáveis e no caso das mulheres uma bela maquiagem para ressaltar as qualidades. Uma pasta ou uma bolsa na mão para carregar os documentos e no rosto aparentemente tranquilidade, disfarçada por um universo de preocupação.


E lá se vai a coragem para enfrentar a seleção com cinco etapas, que começa com testes online e termina nas dinâmicas em grupo e na entrevista com o diretor da empresa. Bem, mas até chegar os momentos finais, é muito estresse, noites em claro e pura ansiedade.


1º semana


A primeira semana de emprego é pura empolgação, mas estes momentos de euforia sempre vem acompanhados daquela sensação de cuidado extremo, é como se o estágiário estivesse "pisando em ovos" ou melhor andando por uma pista repleta pela mistura escorregadia de água com sabão. O candidato é analisado por cada gesto, cada palavra e boa disciplina é fundamental.


E sabe aquela frase: "a primeira impressão é a que fica?" Se encaixa perfeitamente neste contexto. Se alguma falta agressiva for cometida na área, meu amigo, suas chances de ser expulso aos 45” do segundo tempo se tornam cada vez maiores nas próximas semanas.


"Escraviários"


Este é o termo utilizado pela própria classe trabalhadora de funcionários renumerados por contrato. Mas, a vida destes universitários não é fácil, acredite, geralmente é regada por uma cerveja ou um energético para aguentar a rotina: Casa, trabalho e faculdade (sem falar no vai e vem dos relacionamentos amorosos).


Um destes três lados sempre fica em desfalque, e não é por preferência e nem prioridade. Os estágios tem exigido cada vez mais dos universitários, seja por acúmulo de atividades ou aperfeiçoamento profissional. É claro que os profissionais adquirem uma experiência cada vez maior, mas por outro lado, o estresse e a quantidade de tarefas sobrecarregam o universitário de todas as formas.


Oh Pânico!


Este período de experiências torna o cotidiano das redações, assessorias, empresas e afins, bem tenso e engraçado. Na primeira semana de estágio Maria assustada pelos pedidos de atenção de Paulo, coordenador na redação do jornal, entrou em desespero e já não conseguia segurar a panela de pressão que estava dentro de si, próxima de explodir, ao ser perguntada por Paulo: “Maria está tudo bem?”. A pobre estágiária nem conseguiu responder quando desabou em lágrimas, de repente Ricardo, chefe do departamento adentrou a sala com extrema velocidade, olhou espantado e perguntou ao coordenador: “Quem morreu minha gente?" Paulo intimidado respondeu: "voltei a beliscar os funcionários chefe". Vanessa outra funcionária da equipe virada para a parede não conteve a crise de risos, que logo se espalhou pelo ambiente, assim que Maria constrangida pela situação e coberta por mil pedidos de desculpa, saiu correndo direto para o banheiro, vermelha como um tomate.


Final do curso

O estágiário leva em sua experiência várias histórias como a de “Maria”, (personagem fictícia para retratar história real), assim como uma vasta lista de habilidades e contatos para a vida profissional, embora, não obrigatório para todos os cursos superiores, o estágio é a oportunidade do universitário descobrir e conhecer a futura área de trabalho. Conte para gente o seu “trauma” ou a sua situação hilária no estágio.


Links para se cadastrar gratuitamente na internet e garantir a sua vaga:

http://www.agieer.com.br/
http://www.ciee.org.br/
http://www.curriculum.com/
http://www.estagiarios.com/
http://www.globalestagios.com/
http://www.futuraestagios.com.br/
http://www.infojobs.com.br/
http://www.nube.com.br/
http://www.mudes.org.br/
http://www.sone.org.br/
http://www.vagas.com.br/

Foto: http://migre.me/1zQ7B

Tempo, nosso grande inimigo?

Por Danilo Nunes

O jovem paulistano tem, entre tantos outros, um grande vilão: o tempo. Sinceramente, se alguém souber onde vende, me avise. Sim, porque hoje ele é algo escasso e muito luxuoso.Quem tiver e não vender está desperdiçando uma verdadeira mina de ouro.

"Não tenho tempo", essa é uma das frases mais ouvidas nesta cidade. Sempre correndo, sem parar para nada. Muitas vezes isso não é determinado por nós mesmos. Há quem acredite que somos escravos do tempo, cujas algemas são nossos relógios. Certa vez, ouvi de um rapaz que dizia se sentir nu sem seu relógio.

Talvez o problema seja o vocábulo "tempo", pois ele também denomina clima, outra dor de cabeça de qualquer morador da capital paulista. A primavera começou no mês passado e estamos vivendo um inverno sem vergonha, que não é legal. Não tenho nada contra a estação do meio do ano, mas cada uma na sua! Inverno é para junho, julho e agosto.

Em ambos os casos, o grande culpado não é o tempo, mas sim nós mesmos. Não sabemos distribuir as tarefas ao longo do dia, ou valorizamos demais o trabalho e deixamos de lado nossa família, nossos amigos e nós mesmos. Isso também interfere no clima, que está enlouquecido graças aos abusos humanos à natureza em nome do progresso e da economia.

O tempo não é vilão. Acabou virando pretexto para nos eximir de culpas. Tudo tem seu tempo. Faça dele um aliado. Quem consegue, nos dias de hoje, pode se considerar um artista!

Foto: quiprona.wordpress.com

Rousseau e o vizinho baiano: desmistificando o preconceito

Por Tamires Santana

Entender Rousseau é muito mais difícil quando se tem como trilha sonora algo como Brega das Parafernalhas, música de Adilson Ribeiro e adorada pelo meu vizinho. Se não fosse ele, talvez eu nunca teria chegado ao grau de entendimento de parte da obra "Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens", de 1755:

"Cataclismas geológicos capazes de reunir os homens para a 'idade de ouro', na qual o homem aprendia o bem junto com o mal nos prazeres da canções e danças e no sofrimento da inveja, ódio e guerra."

Adaptando o discurso do autor, a partir da existência do meu vizinho e de todos os seus familiares que se encontram na festa de aniversário do seu filho mais novo, a frase passaria a ser: "cataclismas sociais capazes de reunir milhares de nordestinos em um único lugar que não seja a sua terra natal, para 'vencerem na vida' na qual tiveram que aprenderam a sobreviver junto ao preconceito e à ingratidão."

O nordestino representa a sociedade em todas as suas camadas. De esmolé à empresário, de arretado à baitola. De cabra safado à mói de chifre. Não importa. Graças a ele que a cidade é uma potência em todos os seus aspectos e possui uma capacidade econômica que todos tiram proveito.

Das 10.508.218 pessoas que vivem na capital paulista, 2.047.168 nasceram no Nordeste, de acordo com o último Censo do IBGE, datado de 2000. Este número representa 19,62% da população.

Mesmo possuidor de toda uma força e uma riqueza cultural, um cabra que não se adequa aos padrões pré-estipulados pela modinha da vez é logo taxado de baiano.

O paulistano acredita que não tem sotaques, que seu modo de vida é o mais correto e não admite "nem a pau" que curte (nem que seja um pouquinho) fenômenos como Calypso. Em contrapartida, a coisa do sucesso dá dinheiro é aqui.

Paulistano, primeiro: tire este preconceito de sua mentalidade humana, desmistificando tudo quanto é conteúdo sobre a capacidade de um nordestino. Segundo: quer conhecer mais sobre a cultura nordestina? "I num é que é a sua oportunidade de deixar de ser abestado?!"

A dica é: Centro de Tradições Nordestinas. O local oferece uma gama de atrações como exposições, cursos, shows, feiras de artesanato e culinária típicas. Sem preconceitos! Bora alí saber que amanhã, 08 de Outubro, é comemorado o Dia do Nordestino, visse seu menino(a)?!

Endereço

Rua Jacofér, n° 615 - Bairro do Limão

Horários de atendimento

Segunda à Quinta, somente no horário de almoço; Sexta e Sábados das 11:00 às 04:00 da manhã e Domingo das 11:00 às 00:00

Para saber mais

Centro de Tradições Nordestinas: http://www.ctn.org.br/

Dicionário Nordestino - http://www.nataltrip.com/termos_regionais/E

Imagem: http://www.batoke.com.br/files/logo_CTN_web.png

Sem estresse


Por Aline Cardoso


O dia 23 de Setembro foi instituído por Lei há dois anos como o Dia Municipal do Combate ao Estresse. Este é um problema que atinge sete em cada dez membros da população economicamente ativa no Brasil, e 37% do total da população no estado de São Paulo. Suas conseqüências se manifestam no corpo e na mente do ser humano prejudicando significativamente a sociedade.




Muitos especialistas consideram este problema o mal do século XXI, que traz várias conseqüências danosas para a população. O stress pode ser causado por situações mais cotidianas, muitas vezes aparentemente inofensivas como trânsito, conflitos no trabalho ou na família, mudanças drásticas, entre outros motivos. Esses fatores fazem nosso corpo produzir excesso de dois hormônios: adrenalina e cortisol, gerando o estresse. Assim, nossos mecanismos de defesa passam a não responder de forma eficaz, aumentando a possibilidade de surgir doenças, especialmente cardiovasculares.


Os sinais de stress são: Irritabilidade, insônia, sono agitado, falhas na concentração e na memória, erros e distrações, muito cansaço, entre outros. Ana Maria Silveira já sofreu desse distúrbio. "O stress te deixa mal humorada e irritada. Só consegui me livrar dele quando comecei a fazer exercícios físicos", afirma a advogada.


Para quem sofre desse distúrbio, deve ser tomadas algumas medidas para que o cotidiano seja mais leve, o que levará sucesso no trabalho, na saúde e no bem-estar.


A solução é óbvia, mas difícil de fazer: mudar os hábitos. Segundo Marta Souza, do CPCS - Psicológico de Controle do Stress, o tratamento para esse problema baseia-se em 4 pilares: 


A alimentação, esta deve repor os nutrientes perdidos durante os períodos de estresse. 
O relaxamento, que reduz a tensão física e mental. 
Exercícios físicos, que promovem maior vigor e resistência, além de reduzir a tensão muscular e cansaço crônico e a reestruturação de pensamentos, que possibilita o conhecimento de si mesmo e faz com que o pensamento e as atitudes mudem.


E para você que quer vencer o estresse, preste atenção nessas 13 dicas: http://www.youtube.com/watch?v=Ffzb6dfgGyg


Foto: Divulgação

A fé que virou moda


Por Emanoelly Nascimento

A crescente adaptação da temática espírita no país fez com que a religião, ou crença, como muitos preferem chamar, tenha virado modismo. A exaustiva quantidade de filmes que abordam essa temática num curto intervalo de tempo tornou a religião muito banalizada.

O tema iniciou-se em 2008, com o filme sobre Bezerra de Menezes, o Alan Kardec brasileiro. Finda, hoje, com a produção mais cara do cinema nacional, com o longa “Nosso Lar”.

Apenas recentemente, em uma breve pesquisa, a temática kardecista foi abordada no cinema duas vezes e no teatro, uma com a peça “Há dois mil anos”, no Teatro Santo Agostinho, excluindo as novelas e afins.

A curiosidade das pessoas em saber como foi a outra vida ou como será depois dessa e, em saber se a lógica das relações familiares fazem algum sentido mais exato, são algumas das temáticas que mais fazem o público a interessar-se pelo tema.

É claro que fazem sentido, mas, não só a espírita, como todas as demais, requerem um estudo árduo e uma crença real, que só vem depois de muito estudo e conhecimento, que geram opinião.

Não é uma crítica à (falsa) crença das pessoas, mas sim um despertar que as tornem um pouco mais críticas e menos “esponjas” sobre um assunto demasiado sério e de grande importância para a sociedade como um todo. Já diz o ditado que futebol, política e religião não se discutem!


Foto: divulgação

Ô tio, vê se aprende!

Por Danilo Nunes


Como as crianças estão cada vez mais conectadas à internet! Parece que elas já nascem sabendo tudo, possuem perfil em pelo menos uma rede social e conhecem o "web-dialeto" antes mesmo de aprender o português! Não é dificil ver essa garotada dando baile em muito marmanjo no PC.

Yasmin Bernardino tem 8 anos e já tem sua página no Orkut desde os seis. "Gosto muito dos joguinhos da Barbie", afirma a pequena, que em seu perfil possui outros games como o CaféMania e o Segredos do Mar. Ela pessoalmente cuida de sua "lanchonete" e seus "peixinhos".

Muitas crianças passam horas em frente ao computador. O psicólogo Paulo Domencó alerta sobre os perigos do acesso à internet sem controle. "Se utilizado de uma forma errada, sem limites, elas podem acessar conteúdos que podem ser prejudiciais para o seu desenvolvimento", explica.

Tarefas em um clic

Até a educação foi transformada pela internet. Se há 15 anos atrás uma pesquisa escolar envolvia consulta a livros e cópia manuscrita para produzir o trabalho final, hoje bastam poucos "clicks" e, em questão de minutos, a tarefa está concluída, formatada, pronta para ser entregue.

Diante de tanta facilidade, será que os alunos estão fazendo apenas Ctrl+C e Ctrl+V dos temas propostos? A professora Vanusia Lima afirma que não. "O computador é usado como um complemento pelas crianças. A informática só veio a complementar o processo de educação", justifica a educadora.

Todos nos assustamos diante do incrível domínio dos pequenos sobre essas novas tecnologias. Porém, é importante lembrar que o controle do acesso pelos pais é importante. Afinal, além de garantir a segurança de seus filhos diante das "cyber-ameaças", eles acabam ensinando muito sobre esse novo mundo!

Foto: www.oxycom.com.br

"O ritmo dos pingos, ao cair no chão..."

Por Danilo Nunes

"Olho para chuva, que não quer cessar. Nela vejo meu amor" A primavera está chegando, e com ela novo clima. Aquele inverno esquisito dá lugar para a tão clamada chuva. Eu sei que São Paulo e chuva não rimam, até porque quando São Pedro abre a torneirinha, o que se vê aqui embaixo é enchente e trânsito parado.

Mas tudo tem seu lado bom! Como sugere o versinho no início do post, que vem da canção Ritmo da Chuva, de Demetrius (sim, ele é do tempo em que sua vó era um broto e seu vô um pão!), o período é legal para namorar, por exemplo. Quem nunca trocou uns beijos num barzinho nesse clima gostoso, ou sonhou em casa com o seu amor, olhando pela janela, com os pingos d'água escorrendo pelo vidro.

Tá certo, hoje o céu desabou sobre a capital e pegou muita gente de surpresa, mas a força da tempestade é culpa do ser humano. Bom, deixa isso pra lá. Existem outros aspectos positivos da chuva. Quem nunca brincou em dias assim, quando criança? Era muito bom! Para as eventuais crianças que acessem esse conteúdo, vale lembrar do resfriado que se pega depois.

Em nome do progresso, hoje vemos a chuva como uma inimiga. Contudo ela é muito necessária, além de ter sua beleza e até mesmo um romantismo. Inclusive para os carentes... "Oh chuva, traga o meu amor. Chuva, chuva, traga o meu amor".

Foto: Getty Images

A importância da família

Por Priscila Souza



Tem coisa melhor no mundo que chegar em casa e ter alguém te esperando?
Alguém que se preocupa com você, que pergunta como foi seu dia, que sabe das suas dificuldades, perdas e vitórias?
Alguém que está sempre disposto a te ouvir, que lhe oferece um ombro amigo, e “aquele abraço” que faz toda a diferença?
Tem?

Sem dúvida, nossos familiares são pessoas importantíssimas em nossas vidas por “N” razões diferentes, pois são nosso porto seguro. Quando você mais precisa, sempre estão solícitos em ajudá-lo. Porém, contudo, todavia e, entretanto, nem sempre encontramos a solução de nossos problemas dentro de nós mesmos, ou dentro de nossos familiares. Aí, é a hora de abrir os olhos, para enxergar que precisamos de ajuda externa. Afinal, sobre certos problemas, a melhor coisa a se fazer é procurar um bom profissional.


Assim como alguém que deseja um carro procura uma concessionária, alguém que tem fome procura por um restaurante, alguém que tem problemas que sua família não pode te ajudar, precisa buscar esse elemento externo, precisa de um PSICÓLOGO.


Alguns têm preconceito de procurar ajuda com esses profissionais, pois pensam que é dinheiro jogado fora. Outros, por acharem que psicólogos e psiquiatras são médicos de louco. Sinceramente, quem pensa dessa forma, está completamente enganado.



Não tenha vergonha de ajudar-se. Procure o seu ponto-de-equilíbrio, e seja FELIZ!


Foto:
http://equipetribalwars.com/jornal/wp-content/uploads/2009/10/psicologo.jpg

Mulher vota Mulher?

Por Kelly Matias

Nessa semana, me surpreendi com a conversa sobre politíca entre duas mulheres que estavam à minha frente na fila do banco. Elas comentavam sobre os candidatos à presidência e, por um momento, refleti sobre o assunto.

"Você viu como a Dilma mudou de uns tempos pra cá", disse uma delas. "É... pra ver o que o dinheiro e uma boa equipe de estética faz com a imagem de uma pessoa", retrucou a outra. "É engraçado como em tão pouco tempo ela passou de sargentona para executiva intelectual..."

Coloquei-me a pensar sobre como as mulheres observam certos detalhes e até que ponto esses detalhes influenciam em seus votos. As mulheres representam 52% dos votantes do país, porém ocupam menos de 10% dos componentes da câmara de deputados e apenas 15% das cadeiras de governador. Quem vê os números pode pensar no velho pensamento machista, mulher não vota em mulher. Mas não foi bem assim que a revista Época publicou quando fez um levantamento de intenção de voto, em 2006, para os governos estaduais. Segundo a revista, as eleitoras disseram ter intenção de votar tanto em mulheres quanto em homens, na mesma proporção. Para elas ser mulher não favorece nem desfavorece a candidata. O que conta são as propostas de governo.

Há ainda um sistema de cota que garante 30% de vagas para candidatas femininas, mas nada obriga os partidos a lhes repasaram recursos para custear a campanha.

Então, fica a pergunta: será que dessa vez o Brasil vai ter uma mulher no cargo de presidente da república?

Foto:
divulgação

O fim do feriadão


Por Laís Alves

Então há exatos 188 anos atrás, Dom Pedrão I (na época conhecido apenas como Pedro, o filho do Rei) depois de um rolê nas quebradas do Ipiranga (que era só um grande matagal), achou que era um grande negócio parar ali na beira do rio e gritar "Independência ou morte!", criando pra nós um feriado prolongado em Setembro, que costumava ser um mês tão longo e tão chato quanto Agosto.

E é ai que entra a graça do 7 de setembro nos nossos dias atuais - feriado prolongado. Porque não tem nada que paulistano goste mais que feriado prolongado que caia na terça-feira. Toda a graça do feriado começa na sexta. Horas de trânsito - porque todo mundo tem a ideia de ir à praia ou para o interior - horas na fila do bar para o happy hour - porque todo mundo pensa em prolongar o happy hour para evitar o trânsito - e horas de fila do mercado para poder abastecer o carro com combustível e alimentos - porque todo mundo enche o carro de compras antes de ir viajar.

Neste feriado, quem foi viajar, nem pôde contar com o bom tempo para garantir o bronzeado, porque o tempo resolveu fechar. Mas essa virada de tempo não pode ser considerada ruim - aumentaram-se os índices de umidade no ar, melhorando muito a respiração do paulistano.

E hoje, infelizmente, é a volta para casa. A volta para a vida normal. E, mais uma vez, o trânsito - porque todo mundo tenta aproveitar a praia até o fim do dia, as filas nos bares - porque é melhor evitar o trânsito da volta pra casa e a fila dos mercados - porque não tem nada pra comer, nem tem pasta de dente em casa.
E assim segue São Paulo. Até o próximo feriado - em Outubro. E que faça sol.

Foto: Divulgação

Casar faz bem?

Por Tayrine Antunes

Estudos realizados no Canadá comprovam que homens casados vivem sete anos a mais do que os solteiros. Entretanto, as casadas vivem menos da metade que os casados: apenas três anos a mais. Os dados indicam ainda que um bom casamento diminui riscos de câncer, artrite, ataques cardíacos entre outros.

São Paulo está entre as cidades que possui maior índice de divórcio. Em contrapartida, também é uma das metrópoles que abriga maior número de recasamentos”, segundo dados do IBGE em 2009.

Depois de séculos de uniões impostas e infelizes, morar sob o mesmo teto só acontece quando os parceiros estão em comum acordo. Homens e mulheres casam-se em fração de minutos e também se separam na mesma velocidade. Mas isso não significa dizer que o casamento é uma instituição falida. Ao contrário do que muitos pensam e dizem por ai, o matrimônio ainda conserva sua força.

Quem quiser saber mais informações sobre os benefícios do bom casamento, acompanhe a entrevista que Liz Gilbert, autora do livro Comer, Rezar, Amar, deu à revista Veja (24/08). A autora conta como se livrou da fobia do casamento e como redescobriu a felicidade de viver a dois.

A reportagem você encontra acessando:
http://www.casamentoenoivado.com.br/casar-faz-bem-materia-da-revista-veja/


Imagem:
divulgação

Quanto vale um abraço?

Por Felipe Andrade

Dia desses, indo pro trabalho, estava exercendo minha humilde rotina pensando na distância que me separa de pessoas queridas. Pra mim, isso é uma das piores coisas que podem acontecer. Estar longe de quem lhe dá segurança, de quem lhe dá proteção, independentemente da idade que temos.

Há várias formas de descrever a emoção de dar um abraço em quem tem importância pra você. Pois bem. Eu me deparei com o link do vídeo abaixo no Twitter. Ao iniciar (em inglês) e ver uma menina falando, pensei que fosse mais uma dessas muitas bobeiras que encontramos na web. Porém, como meu domingo (29/08) era um daqueles dias que nada poderia estragar, resolvi dar uma chance para o vídeo.

Depois de seus poucos mais de 10 minutos, com lágrimas nos olhos e garganta seca, entendi o porquê este link havia aparecido pra mim, sendo que o "tweet" era pra outra pessoa. Desde então sempre vejo este vídeo, pelo menos 3 vezes por dia. E não me canso. Acho que agora eu sei o valor de um abraço.

Veja, mas não tente interpretar. Sinta o que ele quer te dizer. São apenas 10 minutos. Está em inglês, mas isso não o impede de entender...

[O vídeo abaixo mostra a volta dos soldados norte-americanos para casa, depois de meses de batalha na Guerra do Iraque, de onde muitos deles não conseguiram voltar para dar um último abraço em seus filhos]


E o dia da beleza é?


Por Aline Moura


Segunda-feira. É o que aponta uma pesquisa realizada na Inglaterra. Segunda é o primeiro dia de atividades, primeiro dia de trabalho depois daquele fim de semana. É dia de lembrar do futebol, do churrasco com os amigos, do passeio com o cachorro, daquela balada com a turma, enfim, é o dia da dieta. Data específica para iniciar todos os projetos que ficaram pendentes na semana anterior.

Mas afinal, por que é o dia da beleza? É o dia em que as pessoas demoram mais tempo para se arrumar antes de sair de casa. Enquanto os homens gastam em média 28 minutos para compor um look, as mulheres demoram 1h30 acertando cabelo, sobrancelha, maquiagem e por aí vai. A pesquisa também demonstrou que conforme os dias da semana passam, esse culto ao espelho também diminui. Na sexta-feira, os homens são mais práticos demoram apenas 11 minutos para compor o visual, enquanto as mulheres se arrumam em 19.

Ao andar pelas ruas da cidade, repare nos variados tipos de perfumes, misturados na brisa da manhã, em dias frios as ruas de São paulo até parecem um desfile com casacos, sobretudos e vestimentas de todos os estilos. Ainda bem que os casamentos costumam acontecer aos sábados, já pensou quantos convidados chegariam atrasados com esse tempo todo em frente ao espelho?

Elásticos para cabelos

Por Kelly Matias

Atenção, você mulher que tem mania de segurar na boca elásticos para o cabelo, enquanto ajeita as próprias madeixas. Cuidado, pois eles podem ter sido feitos de PRESERVATIVOS usados!

Vindos muitas vezes da China, os acessórios são comercializados em mercados ou lojinhas de bairro. Segundo os fabricantes, os elásticos estão limpos e desinfetados. Porém, não é 100% seguro. Eles podem ter sido feitos de preservativos usados por pessoas com HIV ou alguma doença sexual. Algumas vezes, os produtos não são controlados pela inspeção sanitária, pois muita mercadoria é contrabandeada.

Portanto, não se esqueça:
Antes de comprar elásticos, dê preferência aos os feitos de algodão.

Sexo para comemorar!

Por Emanuelly Nascimento

Vamos combinar, sexo é sempre um tabu na sociedade. Para ajudar a quebrar este paradigma, uma marca de camisinhas quer incluir no calendário o Dia do Sexo.

Há quem diga que é uma estratégia de marketing. Outros preferem acreditar que é um método de fazer com que o tema seja útil para conscientizar sobre o perigo de doenças sexualmente transmissíveis (DST's).

Claro que a escolha da data foi um golpe de muita sorte! Associar o dia 6/9 a uma ponte de feriado bem favorável ao 7 de setembro, ajuda bastante. Há várias condições que conspiram para que o ato ocorra. Feriado prolongado, começo de mês, que é sinônimo de dinheiro no bolso e, claro, algumas festinhas.

A iniciativa tem como objetivo uma discussão sobre o tema, propondo debates e disseminação de informações. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que o sexo é um dos quatro pilares importantes para garantir a qualidade de vida e encará-lo como pecado ou sacanagem mostra a falsa moral da sociedade.

Pratique. Apoie. Previna-se!

Muito cuidado por onde pisa...

Por Danilo Nunes

Acabou. Demorou, é verdade, mas acabou o mês de agosto. A falta de feriados faz com que ele se arraste e nos passe a impressão de que não anda. Ou será que estamos apressados demais?

A primeira imagem que vem à cabeça, quando falamos "São Paulo", é uma rua movimentada, seja por gente ou carros, sempre muito apressados. Andar na capital paulista é muito difícil, nas ruas ou nas calçadas. Desde 2005 existe na cidade o Plano Emergencial de Calçadas, que propõe um padrão de passeio para toda a capital.

Porém (ah porém!), quanto mais afastado você está da Avenida Paulista, local escolhido como referência para o projeto, mais difícil se torna vê-lo. É claro que não é tarefa fácil reformar todas as calçadas, mas a sensação que se tem é de que a execução do plano anda bem diferente do paulistano: a passo de tartaruga.

Enquanto isso continuam corriqueiras as cenas de pessoas tropeçando em passeios mal conservados, cada um construindo como bem entende, isso sem falar nos acessos para cadeirantes e deficientes visuais. Para eles, cada dia em São Paulo é uma verdadeira aventura.

E vamos sediar uma Copa, hein!

Foto: www.karlacunha.com.br

Título provisório

Por Laís Alves

A linha do tempo da cidade de São Paulo na história do Brasil começa na Proclamação da Independência, às margens do Rio Ipiranga, passa pelas fazendas cafeeiras, tem uma participação marcante no início da República e pela industrialização do País em fins do século XIX e início do século passado.
São Paulo, hoje, não é só a maior cidade do Brasil. É a maior da América Latina. E, como Tóquio e Nova York, São Paulo é uma cidade plural. Dentre seus (aproximadamente) 12 milhões de habitantes, encontramos pessoas dos quatro cantos do mundo. E suas ruas acolhem a bagagem de cultura, vícios, opiniões, posições políticas, econômicas ou religiosas dessas pessoas.
Viver em São Paulo é um desafio. O trânsito, as mudanças climáticas que ocorrem diversas vezes em um único dia, a constante pressa com que se vive, dão a sensação de que os dias duram muito mais que 24 horas. São Paulo nunca dorme. E essa é a graça de se viver numa grande cidade - poder comer comida mexicana às 5 da manhã, se tiver vontade.
E sempre tem uma manifestação política, ou sindical ou estudantil (atrapalhando o trânsito, claro). A cultura é rica. Sempre tem o que fazer - e não precisa ser obrigatoriamente nos fins de semana e feriados, a cidade não para. Os parques oferecem esportes gratuitos para todos os públicos.
A economia brasileira ferve em São Paulo. E a cidade tem, inclusive, sua Wall Street, a mais movimentada e mais conhecida - a Avenida Paulista, que é o maior símbolo de sua pluralidade. Na Paulista não há somente edifícios gigantes e imponentes, parte das maiores instituições de ensino, cultura e entretenimento estão na Paulista e seus arredores.
O Rio que me desculpe. Maravilhosa mesmo, é a cidade de São Paulo.