A Era dos Smartphones
Aumento da taxa do divórcio trouxe mais trabalho do que lucro
Antes da nova lei, para se divorciar o casal precisava estar separado judicialmente há um ano ou separado fisicamente há no mínimo dois anos. Depois disso, o advogado entrava com uma ação judicial e a separação se transformava em divórcio. Agora, se houver consenso entre o casal e não houver filhos menores de idade ou partilha de bens, o divórcio poderá ser feito em um único dia, por meio de um cartório.
Para o advogado especialista em direito de Família, Dr. Edézio Moreira Jr., “os casais e o Judiciário foram os principais beneficiados. Além da emenda baratear os custos processuais também desafogou o Judiciário”, explica. Em relação aos possíveis lucros, ele fala que “infelizmente o aumento da taxa do divórcio trouxe mais trabalho do que lucro.”
Do ponto de vista processual, o tempo gasto entre uma ação e outra era o que tornava os honorários advocatícios mais caros. “Acredito que a tentativa de achar um culpado para justificar a separação desgastava muito o casal e isso contribuía também com a demora do processo. É claro que esses impasses geravam mais lucros, mas o intermédio entre as partes, nesse caso, era mais estressante”, conclui o advogado, que já traça planos para aumentar sua renda mensal.
Se você está em processo de separação, procure se informar sobre os valores atuais. O custo da separação varia de estado para estado. Na capital paulista o preço é de R$ 252,00, quando não houver bens a partilhar. Caso tenha partilha, o mínimo é de R$ 252,11 e o máximo de R$ 26.893,40, segundo informações do site http://www.conjur.com.br
E se não fosse o cartão de crédito...
Por Kelly MatiasMorar em São Paulo significa ter acesso a milhares de eventos e, consequentemente, usufruir de uma forma de pagamento bastante perigosa: o cartão de crédito. Sendo assim, para conscientizar a população sobre o uso do chamado dinheiro de plástico, na última quinta-feira, 25, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu novas regras para sua utilização.
Segundo o diretor de Política Monetária do Banco Central, Aldo Luiz Mendes, o número de tarifas cobradas nos cartões de crédito serão reduzidas de cerca de 80 para somente cinco, definidas pelo CMN.
As cinco tarifas que poderão ser cobradas nas operações serão: anuidade, emissão de segunda via de cartão, utilização de saque na função crédito, pagamentos de contas e, quando houver necessidade, avaliação emergencial do limite de crédito.
Haverá também um aumento no valor do pagamento mínimo das faturas mensais. A partir de 1º de junho de 2011, o pagamento mínimo da fatura passará a ser de 15% do extrato. Em 1º de dezembro de 2011, este porcentual subirá para 20% do valor da fatura.
Para o diretor de Administração do Banco Central, Anthero Meirelles, a definição de um valor mais elevado de pagamento mínimo para faturas de cartão de crédito visa evitar o "superendividamento" das famílias.
O funcionário público Wedilson Camilo, 31, acredita que controlar o uso do cartão de crédito é a melhor maneira de se evitar que o juros o consuma: "Ao usar o cartão de crédito, eu sempre anoto em um caderninho o valor gasto para fazer um controle do que terei de pagar, assim não perco o controle do valor a dívida", afirma.
Assista abaixo ao vídeo da matéria exibida no Jornal Nacional, da Rede Globo, no último dia 25.
Idosos no mercado de trabalho
Silvestre, professor de geriatria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, disse que há uma mudança no crescimento populacional. “Até 1960, todos os grupos cresciam de forma semelhante, o que deixava estável a estrutura da pirâmide etária. De lá para cá, o grupo com mais de 60 anos foi o que mais cresceu proporcionalmente no Brasil, enquanto a população jovem encontra-se em um processo de desaceleração”. O geriatra também afirma que o novo século inicia com crescimento oito vezes maior da população idosa, comparado ao crescimento dos jovens.
A rede de fast-food Pizza Hut tem selecionado aposentados para trabalhar em seus estabelecimentos. Dora Santini Tavares, 76 anos, faz parte do grupo de colaboradores da empresa. A aposentada afirma que se sente realizada com o emprego e que pouco a pouco ela está conquistando a confiança de todos. “No meio dos meus colegas de trabalho, uma 'rapaziada' de 20 anos, conquistei espaço no apertado mercado de trabalho com minha simpatia, vontade de viver e determinação. Não é bom depender de ninguém”. A aposentada ainda afirma que o dinheiro extra ajuda bastante. “O salário que eu recebo é para comprar roupas, perfume e não ter de pedir dinheiro para o meu marido aposentado. O plano de saúde e a cesta básica são considerados um alívio nas minhas contas do mês”.
Assim como Dora, muitos outros aposentados se encaixam no grupo de pessoas economicamente ativas (PEA), ajudam a complementar a renda familiar. Segundo um levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e da Fundação Seade, os setores que mais empregam aposentados com mais de 60 anos são os de serviços (52,8%), comércio (22,3%) e indústria (11,9%). De acordo o diretor do Dieese, Ganz Lúcio, em entrevista ao site do órgão, o número de pessoas com mais de 60 anos atuando no mercado é muito grande. “Existem mais idosos trabalhando na região metropolitana de São Paulo do que toda a população de muitas cidades do interior. O idoso tem uma participação importante na renda da família, apesar de o rendimento dele ser menor do que o de outras faixas etárias”, diz.
O estudo também aponta que o expediente de trabalho do idoso não difere muito dos mais novos. A carga horária é, em média, de 44 horas semanais. Para contribuintes com mais de 60 anos, a jornada chega a 41 horas por semana. Os idosos permanecem por mais tempo no emprego, cerca de 12 anos. As outras faixas etárias permanecem em média nove anos no mesmo local.
Estima-se que até 2050 a população idosa mundial será de 1,9 bilhão. Ou seja, a cada cinco pessoas, uma será terá mais de 60 anos. A preocupação agora é como alcançar a melhor idade em condições saudáveis. A ciência, por enquanto, consegue retardar alguns efeitos do envelhecimento, mas como preservar a independência e autonomia do individuo?
Aumentos que afetam o seu bolso
Por Priscila SouzaNesta época do ano a maioria dos paulistanos estão empolgados com o 13º salário, com as festas e viagens de final de ano, alguns se preparando para tirar de férias, e outros preocupados com o ano que se aproxima. Ano novo, vida nova, é sempre a mesma história, e como também não poderia ser diferente, vem os aumentos nos preços.
É aluguel que sobe, condomínio que aumenta, passagem para o transporte público que tende a ficar mais cara, e uma das principais preocupações da maioria dos paulistanos, a educação de desses filhos, entre outras é claro.
Em 2011, as escolas paulistanas subirão sua mensalidade para acima da inflação mais uma vez. Segundo o sindicato das instituições particulares, o reajuste será entre 6% e 8 %. A inflação deve fechar o ano de 2010 em 5,29% (IPCA-IBGE) ou 5,49% (IPC-FIPE).
Será o nono ano em que as instituições farão o reajuste acima da inflação, de acordo com os dados da FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), porém esses dados só são válidos se consideradas as mensalidades do atual ensino fundamental.
Mas não é só em São Paulo que as mensalidades escolares irão subir a cima da inflação, os reajustes no Rio, também superarão a inflação com 9%, em Pernambuco 8%, no Distrito Federal de 7% a 14%, e em Minas Gerais, o sindicato prevê aumento entre 4% e 10 %.
A busca pelo primeiro emprego
Por Danilo Nunes
Em pesquisa divulgada recentemente pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o nível de desemprego é o menor em 8 anos. A taxa de desocupados ficou em 6,2%, a menor desde o início das pesquisas em 2002. O setor de serviços segue como a maior fonte geradora de empregos. Para o jovem que busca a primeira oportunidade de possuir um registro em carteira, esse setor normalmente é a primeira porta que se abre para os novos trabalhadores.
Em tempos de informática, a área de telemarketing oferece milhares de vagas. Segundo um site de empregos, o ramo possui cerca de 30 mil vagas em todo o Brasil. Muitos jovens iniciam sua carreira profissional como teleoperadores, já que a maioria das empresas não exige experiência anterior por oferecer treinamento especializado.
É o caso de Jéssica Bernardino. A jovem de 19 anos fez estágio em outra área e, há três meses, optou pelo callcenter. “Estava desempregada e meu namorado me indicou na empresa onde ele trabalha. Fui chamada e passei a realizar cobrança”, conta Jéssica. Os salários estão na faixa de R$500,00 a R$700,00, além de benefícios como alimentação e transporte.
A área também oferece oportunidade de crescimento. É o caso de Girlando Lopes, 25. Ele passou por outras empresas e começou como atendente em 2003, quando veio para São Paulo. “Depois de várias tentativas para arranjar um emprego, vi um cartaz que dizia precisar de operadores de telemarketing. Resolvi me candidatar mesmo não sabendo o que era isso”, diz.
Girlando está no ramo há 8 anos e hoje se diz realizado com seu crescimento profissional. “Depois de atender um ano como operador, me candidatei a uma vaga de supervisor e, na segunda tentativa, fui aprovado. Permaneci neste cargo por 2 anos. Queria ser instrutor, me candidatei à vaga e passei no processo seletivo”, relata Lopes.
Foto: g1.globo.com
CPMF?!
Parcelamento em alta
Grandes varejistas adotaram uma forma inédita de parcelamento, no qual alguns eletrodomésticos e eletroeletrônicos podem ser pagos em até 30 meses. Algumas redes como Extra, Carrefour e Walmart estão em fase acirrada de concorrência.
Praticidade e economia: é o fim dos carnês!
O crescimento dos cartões de crédito de lojas vem crescendo significamente no mercado. A maior rede de comércio do setor teve uma redução de quase 80% no uso dos carnês, caindo para a marca de 15 a 20% em cinco anos. Fatores como taxas de juros menores, comodidade e a desnecessidade de aprovação do crédito foram fatores primordiais para a drástica mudança. Ana Corandim, 47, admite que o fato de não ter que usar seus cartões pessoais foi um grande diferencial.
O fator social também vale ser destacado. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS), a utilização dos cartões no Brasil no período de 2005 a 2010 cresceu 126% e os cartões de loja 131%. E o maior acesso das classes C e D impulsionou o comércio varejista, que com excessivas taxas de juros dificultam as compras, os cartões de crédito tendem a ser usados como agente facilitador.
As taxas de juros praticadas pelos carnês são abusivas, pois a loja não tem como controlar os níveis de inadimplência e encontraram nos altos juros um meio de suprir as lacunas financeiras ocasionadas pelos atrasos. Em contrapartida, os juros dos cartões de crédito são de responsabilidade dos consumidores, que “pagam o pato” nos atrasos e com a possibilidade de atrasos e pagamentos parciais das faturas, há uma maior taxa, a adimplência é garantida na maioria dos casos.
O aumento de compras pela internet também impulsionou o setor. A maioria das lojas de varejo, estimuladas pela rede "Magazine Luiza", adotaram a web como um novo recurso de compras. A impossibilidade do pagamento com carnês obrigou o consumidor a usar seu cartão de crédito. Segundo dados do Serasa Experian, o ano de 2009 foi fechado com menor inadimplência em comparação ao ano anterior.
Este cenário é justificável porque houve a normalização do crédito, juros mais baixos e geração de empregos no período pós-crise. E a expectativa para as lojas ainda é positiva. As vendas com cartões de loja prometem crescer até 67% até 2015, segundo especialistas.
No entanto, o aumento do uso de cartões promete crescimento significativo, mas não garante o fim dos carnês, segundo Orivaldo Padilha, diretor financeiro da Globex, empresa formada por um conglomerado de empresas de varejo. É factível que o aumento do crédito e um maior acesso ao consumo das classes C e D impulsionem a economia, mas a utilização dos cartões de crédito e de lojas garante não só o crescimento das compras, mas também qualidade na garantia de pagamentos.
Foto: http://migre.me/1vxqG
Pagando as contas
nicação Social, e hoje faz estágio em sua área. Thais mora com os pais e os irmãos no Jardim Elba, zona leste da capital, e quando decidiu fazer um curso superior não imaginou as dificuldades que iria enfrentar. Antes de passar no vestibular, trabalhava em uma ONG (organização não-governamental) como auxiliar administrativo. Na mesma semana em que teve a notícia que foi aprovada na facul, acabou sendo demitida. E agora?Após engravidar e sair de licença, Aline pediu demissão da empresa. “Fiquei duas semanas desempregada, quando surgiu a oportunidade em trabalhar como atendente em um outro call center”. Comparado à empresa anterior, o salário é bem maior e ela não tem maiores problemas com as contas. Aline paga despesas como água e luz, além de deixar a disposição seu vale-alimentação, “após comprar a quantidade de fraldas e leites o suficiente para um mês”, brinca.
Difícil e complicado. Mas hoje, para se levar uma vida de universitário e se preparar para ter uma formação, é necessário ter muita força de vontade, em meio às contas para pagar.
Está cada dia mais caro morar em São Paulo

Por Priscila Souza
Casa nova é quase sempre sinônimo de alegria, porém na cidade de São Paulo esse tipo de satisfação está cada dia mais difícil. O preço dos imóveis chegou a superar 100% nos últimos três anos. Os aluguéis, embora não tenham subido na mesma proporção, também ficaram mais caros.
Como a oferta de imóveis é pequena, pode se levar muitos meses até se encontrar a casa ou o apartamento ideal em termos de espaço e localização. Quando finalmente chega-se àquele lugar dos sonhos, o preço desanima. Foi exatamente assim que aconteceu com a jornalista Jéssica Kibrit, que está de casamento marcado para outubro do ano que vem. “Procuramos por mais ou menos três meses e não foi fácil. O preço dos imóveis nos surpreendeu bastante. Não esperávamos pagar tanto. Mesmo coisas ruins e mal localizadas estavam com valores absurdos.”, conta ela que, depois de muita busca, conseguiu fechar negócio e agora é a feliz proprietária de uma casa de dois dormitórios na zona oeste da capital.
Ao contrário do que se esperava, a crise econômica internacional não inverteu o processo de elevação do preço dos imóveis, tanto para aluguel quanto para compra, na capital paulista. De acordo com os especialistas, a principal explicação para esse fenômeno, que na realidade teve início em meados de 2007 com o forte aquecimento da economia, é o aumento da demanda. Há cada vez mais pessoas com condições de comprar a casa própria, o que resulta nos preços cada vez mais elevados.
Foto: Priscila Souza
O sonho da casa própria em São Paulo
Por Aline Moura
Encontrar um imóvel para morar em São Paulo é sempre um desafio. As qualidades “bom preço e boa localização” nem sempre andam juntas. Todos os dias, os paulistanos enfrentam dificuldades para chegar ao trabalho ou à universidade, por uma questão simples: o local de trabalho e o local de moradia tornaram-se bem distantes ao longo do tempo, além do crescimento constante da população.
Em julho deste ano, as vendas de imóveis usados na cidade caíram cerca de 3,7% de acordo com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). Depois de um super aquecimento de vendas no começo de 2010, este é o resultado da divulgação de feiras para o aumento de ofertas, assim como a procura por alternativas como financiamento bancário.
O fato é que os paulistanos estão cada vez mais próximos do “sonho da casa própria”, no período analisado pelo Creci, a venda de 50% casas na cidade superou a escolha por apartamentos com apenas 49% da preferência. Os imóveis mais vendidos na capital chegam a custar R$ 200 mil enquanto no interior do estado a faixa é de até R$ 180 mil.
Na capital paulista existem muitos imóveis para alugar, eles são mais procurados por solteiros e estudantes e por quem ainda não podem assumir a parcela mensal da compra de um imóvel. A cidade ainda precisa encontrar uma forma de oferecer qualidade de moradia e melhores opções de preço.
Dica:
Para quem deseja adquirir um imóvel, o mais importante é que ele atenda as necessidades do futuro dono, levando em consideração o conforto, a localização e a oferta de serviços no bairro escolhido.
Mais carros e mais motos
Segundo levantamento do IBGE, a fatia de domicílios brasileiros com carro e motocicleta cresceu de 2008 para 2009. A aquisição de motocicletas teve aumento de 14,7% para 16,2%.Por Kelly Matias
Em 2008, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), 8,5 milhões de domicílios tinham motocicletas. No ano passado, esse número havia crescido para 9,5 milhões.
Também de 2008 para 2009, o número de residência com carro cresceu de 20,9 milhões para 21,9 milhões, passando de 36,4% para 37,4% do total.
Esses números só confirmam a necessidade das novas medidas como faixas exclusivas para motos nas principais avenidas da cidade de São Paulo.
A faixa exclusiva aparece como uma solução entre motoristas e motociclistas, uma mistura que geralmente termina em acidentes e, conseqüentemente, congestionamentos.
Veja no site da CET as avenidas que possuem faixa exclusivas: http://www.cetsp.com.br/
Foto: divulgação
O pão nosso de cada dia
Por Aline CardosoA partir de hoje, os preços do pãozinho e do leite ficam mais caros, e o consumidor já vai começar a sentir no bolso o problema da seca. A dificuldade de encontrar matéria-prima e a estiagem foram os principais motivos que impulsionaram o aumento do preço na produção desses alimentos, além da alta dos valores de energia e mão de obra. A previsão é de que o preço da farinha de trigo continue subindo até dezembro. O reajuste do pãozinho foi de 7 a 10%. A alta do leite se deu devido à falta de pastagem para a alimentação do gado. Isso prejudica a produção. Sendo assim, alguns fazendeiros já pensam até em mudar de atividade.
No centro-oeste do Estado de SP, a produção de leite é 40% menor em comparação ao começo do ano (período das chuvas). Para compensar a falta de pasto, os pecuaristas investem em suplementos alimentares, encarecendo a produção do leite.
E, para finalizar, não posso deixar de parabenizar meu TIMÃO que hoje completa 100 anos de existência. Parabéns, Corinthians!
Estádio do Corinthians pode “travar” mercado imobiliário em Itaquera
Por Priscila SouzaCom o anúncio da construção da arena do Sport Club Corinthians Paulista na região de Itaquera, donos de terrenos e imóveis da zona leste da capital já começaram a desistir de suas negociações, com o intuito de esperar a valorização. Entretanto, a possível alta não corresponde à realidade do bairro.
Corretores afirmam que a infraestrutura do local ainda é menor que em outros lugares da região, não conseguindo cobrar um valor maior.
Feira atrai público de todo território nacional e internacional
Os ambulantes têm muita energia. Chegam em centenas de ônibus, vindos de todas as partes do Brasil e até mesmo de outros países. Pessoas curiosas, animadas e certas do que querem. Não se trata de nenhum show popstar, mas sim da rotina da Feira da Madrugada. Pode ter certeza: diversidade e produtos da moda fazem parte deste cenário.
Há 10 anos é organizada a também conhecida Feirinha da Madrugada. Antes realizada na Rua 25 de Março, atualmente ela ocorre em estacionamentos e shoppings no Brás. Talvez o maior incômodo para alguns seja o horário: de segunda a sábado, das 3h às 10h. Mas todo dissabor é compensado com o fator economia.
Os produtos são comercializados com preço de atacado. Vantagem para os revendedores e para os varejistas. Para quem vai de automóvel, o estacionamento sai por R$ 20 o dia inteiro. Se a opção é ir de trem, é o preço da passagem (R$ 2,65), e nem precisa andar muito ao sair da estação. A maior concentração de barracas fica nas Rua Oriente, Rua São Caetano, Rua Monsenhor de Andrade, e segue pelas travessas das principais vias da região.
No entanto, fica a dica: o horário é perigoso para qualquer região. Se estiver pensando em visitar a feira sozinho, não é nada aconselhável. Chame mais gente para ir com você, vale à pena conhecer o local.
Economia Verde
Por Diana NunesNos últimos anos a palavra “sustentabilidade” tem sido muito debatida, principalmente em relação à postura de cada cidadão sobre o tema. É claro que as ações de toda a população são fundamentais para tornar o meio em que vivemos mais saudável. Entretanto, existem pontos maiores a serem debatidos e planejados para que as cidades cresçam em conjunto com o meio ambiente.
O desenvolvimento econômico é positivo para qualquer sociedade, mas a busca desenfreada pelo seu crescimento causa danos devastadores à natureza. Um exemplo disso é o aquecimento global, que teve entre seus causadores a combinação entre lucro fácil, consumismo exagerado e o uso irracional de recursos naturais.
Exatamente por isso foi criado o conceito de Economia Verde, que consiste em elaborar planos em grande escala, visando todo o ciclo de uma sociedade, ou seja, investir em pesquisas de fontes renováveis, uso da água, criação de novos produtos, compromissos com a responsabilidade sócioambiental, incluindo a criação de empregos especializados, reconhecimento dos serviços ambientais e na gestão adequada do lixo.
Quem se interessar pelo tema, pode participar da palestra Economia Verde: da intenção a ação, que acontece em 13 de setembro. É uma boa oportunidade para quem quiser aprender sobre novas formas de gerir o futuro.
Serviço sobre “Economia Verde: da intenção a ação”
Data: 13 de setembro
Local: Anfiteatro Augusto Ruschi – Secretaria do Meio Ambiente Av. Prof. Frederico Hermann Junior, 345 – Alto de Pinheiros.
Para mais informações, acesse:
Título provisório
Por Laís Alves
A linha do tempo da cidade de São Paulo na história do Brasil começa na Proclamação da Independência, às margens do Rio Ipiranga, passa pelas fazendas cafeeiras, tem uma participação marcante no início da República e pela industrialização do País em fins do século XIX e início do século passado.
São Paulo, hoje, não é só a maior cidade do Brasil. É a maior da América Latina. E, como Tóquio e Nova York, São Paulo é uma cidade plural. Dentre seus (aproximadamente) 12 milhões de habitantes, encontramos pessoas dos quatro cantos do mundo. E suas ruas acolhem a bagagem de cultura, vícios, opiniões, posições políticas, econômicas ou religiosas dessas pessoas.
Viver em São Paulo é um desafio. O trânsito, as mudanças climáticas que ocorrem diversas vezes em um único dia, a constante pressa com que se vive, dão a sensação de que os dias duram muito mais que 24 horas. São Paulo nunca dorme. E essa é a graça de se viver numa grande cidade - poder comer comida mexicana às 5 da manhã, se tiver vontade.
E sempre tem uma manifestação política, ou sindical ou estudantil (atrapalhando o trânsito, claro). A cultura é rica. Sempre tem o que fazer - e não precisa ser obrigatoriamente nos fins de semana e feriados, a cidade não para. Os parques oferecem esportes gratuitos para todos os públicos.
A economia brasileira ferve em São Paulo. E a cidade tem, inclusive, sua Wall Street, a mais movimentada e mais conhecida - a Avenida Paulista, que é o maior símbolo de sua pluralidade. Na Paulista não há somente edifícios gigantes e imponentes, parte das maiores instituições de ensino, cultura e entretenimento estão na Paulista e seus arredores.
O Rio que me desculpe. Maravilhosa mesmo, é a cidade de São Paulo.







