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Projeto de Sustentabilidade: agora sabe para onde mandar o lixo eletrônico

Por Tamires Santana


Essa tela que vos fala um dia, assim como este "cérebro" que guarda todos estes gigabites de in(úteis) informações, um dia não terá mais serventia. E aí, o que fazer?

Jogar no lixo é claro. Simples assim. Não, não é tão simples assim. Já ouviu falar em reutilização, meio ambiente, salvar o mundo?

Pois foi pensando exatamente nisto que os profissionais da Universidade de São Paulo (USP) implantaram o Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática (CEDIR).

O projeto está direcionado a questões sociais, pois tem como principal aspecto ajudar no desenvolvimento da indústria nacional de reciclagem, além de se encontrar alinhado às normas de sustentabilidade que a ONU estipula.
Os itens a serem coletados estão inclusos bens de informática e também telecomunicações que ficam obsoletos.

Agora que já passou por um processo de conscientização ecológica, agende sua entrega do lixo eletrônico.

Help Desk do CEDIR.

Tel.: (11) 3091-6454, (11) 3091-6455, (11) 3091-6456
Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira, das 8h00 às 18h00
E-mail:
consulta@usp.br.

Foto: http://migre.me/1tWIu

Nossa São Paulo

Por Aline Parenti

O Movimento Nossa São Paulo prepara várias atividades de conscientização para a Semana da Mobilidade, que culmina no Dia Mundial Sem Carro. As atividades começaram no dia 16 e vão até 22 de setembro.

Segundo pesquisa realizada pelo Ibobe os paulistanos perdem, em média, 27 dias por ano no trânsito de São Paulo, ou seja, as pessoas passam 2 dias e 6 horas presos no trânsito, por mês. Outra pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas aponta que a cidade de São Paulo perde por ano R$ 33 bilhões por conta do trânsito.

É por esses e outros motivos que diversas ONG's e instituições da sociedade civil estão empenhadas nas atividades que ocorrem por toda São Paulo. O objetivo é conscientizar para o uso abusivo do carro e apresentar para o paulistano outras alternativas.

Para conferir a programação, acesse: diamundialsemcarro.ning.com/


Foto: divulgação

Não use fraldas descartáveis pela preservação do planeta

Por Emanoelly Nascimento

Sabe quanto tempo uma fralda descartável leva para se decompor na natureza? Cerca de 500 anos. É impressionante como os tempos modernos em vez de ajudar só atrapalham. Na época das fraldas de pano não passávamos por isso, exceto as mães, que tinham que lavá-las.

O conforto trazido pelas novidades do século 21 faz bem apenas aos que dela se beneficiam. É necessário estabelecer um consenso em que se suprimam alguns prazeres e confortos em prol da sobrevivência do planeta.

No Brasil, os bebês usam, em média, 5.500 fraldas no prazo de dois anos. Por dia, aproximadamente, 17 mil fraldas são descartadas.

Em alguns países europeus, o uso das fraldas de pano, já representa um número significativo, mas você pode pensar que é um retrocesso, já que gasta água, energia, sabão e que daria na mesma, porque uma hora o tecido acaba.

Enganou-se redondamente! As fraldas de pano são compostas por um material que não danificam quando lavadas em máquinas, sem contar que não fazem mal à pele do bebê.

Ainda são muitas as tentativas fracassadas de tentar encontrar um meio que recicle efetivamente a fralda, mas a quantidade exorbitante das descartáveis nos lixões, proporciona um leve raciocínio de como as atitudes aparentemente pequenas, representam um grande salto na tentativa de manter o planeta vivo!

Foto: Divulgação

O consumo da carne e as consequências na natureza

Por Aline Moura

A carne é um produto comum na alimentação diária dos brasileiros. Inclusive em São Paulo, rodeada de restaurantes e churrascarias. Neste contexto, ser vegetariano não é uma questão de estilo, mas sim de opção. Com o crescimento da população mundial, a natureza deixou de exercer a função principal de alimentar o homem.

Assim a indústria alimentícia passou a complementar as frutas, verduras e legumes com produtos industrializados, fáceis e rápidos de preparar, em sua maioria, a base de condimentos. O consumo de carne vermelha quadriplicou, do mesmo modo que o consumo de aves aumentou em dez vezes nos últimos anos.

Neste imenso clico de produção, são abatidos 30 milhões de animais por ano entre aves, bovinos, suínos, peixes e moluscos. Atividades como as plantações, a pecuária, a pesca e o consumo de carne submetem os animais a uma alimentação errada e maus tratos para abastecer as prateleiras.

É difícil julgar se o ser menos consciente é aquele que consome ou aquele que produz, mas volto a questão principal: consumir ou não, é uma questão de hábito, que vai de encontro aos seus costumes e valores. Ser vegetariano é uma forma de ser um consumidor mais consciente, mas ainda é preciso combater as irregularidades na produção.

Mais informações:

http://www.youtube.com/watch?v=HOjX8HOiI-0&feature=player_embedded

Vamos de carona?


Por Danilo Nunes

Vivemos num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza. Porém, em nossa capital, o paulistano resolveu se cercar numa selva de pedra, repleta de grandes prédios, ruas avenidas e... carros, muitos carros.

A humidade relativa do ar voltou a atingir níveis preocupantes na cidade de São Paulo. A previsão para este domingo é “céu de brigadeiro”, dia ensolarado e nenhuma chuva. O tempo fica seco por causa da camada de poluição que concentra o calor, além dos muitos dias sem chuva.

Vale a pena reforçar a dica da carona amiga. Muitas vezes a gente faz o trajeto de algum colega de trabalho ou de escola, e não oferece o banco disponível do carro. Ok, já que o sistema viário é “favorável” ao automóvel individual e o transporte público está muito deficitário e longe do ideal, vamos buscar soluções próprias.

Serão menos veículos nas ruas, sem contar aqueles que já saem por causa do rodízio. Precisamos pensar agora pois, num futuro não muito distante, vai ser impossível respirar em São Paulo.

Foto: http://blog.ambientebrasil.com.br

Os paulistanos podem respirar mais aliviados!

Por Aline Cardoso

Neste domingo (5), os termômetros da capital paulista marcaram 17,2° C. De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), a umidade relativa do ar na cidade passou para 75%. Este número é considerado bom pelo instituto, levando em conta que desde o dia 19 de agosto a cidade de São Paulo registrava índices abaixo dos 30%, que é considerada condição crítica do ambiente. Neste período, a Defesa Civil Municipal foi obrigada a colocar a cidade em estado de atenção ou alerta, para que os paulistanos ficassem atentos ao forte calor e se hidratassem com mais frequência.

Mas a frente fria que chegou a São Paulo no último final de semana fez a temperatura cair e elevou a umidade a 75%, depois de dias "insuportáveis", com ar seco e consequentes dificuldades de respiração. Em menos de 24 horas, a temperatura caiu pela metade. Além do frio, quem ficou na terra da garoa teve que encarar a chuva.

O fato é que, mesmo com a péssima qualidade do ar, há aqueles que reclamam do tempo feio em pleno final de semana prolongado. Os efeitos da frente fria (céu com nuvens cinzas e garoa) devem persistir na capital até quarta-feira, segundo CGE. O bronzeado que muitos paulistanos desejaram neste feriado prolongado ficou para outro final de semana ou talvez um próximo feriado.


Foto: divulgação

Educação ambiental e lazer se juntam em uma das poucas áreas verdes de São Paulo

Por Tamires Santana

Já é característico das megalópoles enfrentar problemas como a poluição e a falta de áreas verdes. O programa “Visitando o Parque do Ibirapuera: uma aventura Ambiental”, é uma iniciativa da Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), que proporciona gratuitamente às escolas, comunidades e ONGs, um roteiro ecológico mostrando a importância do meio ambiente.

O nome Ibirapuera significa, em tupi-guarani, Ypy-ra-ouêra (pau pôdre ou árvore apodrecida). No período colonial, era uma aldeia indígena que ia além do Bairro de Santo Amaro. Com o crescimento da província, a área passou a acolher chácaras e pastagens, destinado às boiadas que seguiam para o Matadouro Municipal, localizado no bairro da Vila Mariana.

Na década de 20, o prefeito Pires do Rio, influenciado pelo modelo europeu, decide construir um parque, mas o terreno era alagadisso. Diante deste impasse, em 1927, o funcionário da prefeitura Manequinho Lopes iniciou o plantio de eucaliptos australianos e plantas exóticas e ornamentais, com o objetivo de drenar o solo e eliminar o excesso da umidade. Na década de 50, Oscar Niemeyer e Roberto Burle Marx foram os responsáveis pela construção do ambiente com uma arquitetura arrojada e moderna.

A entrega da obra se concretizou apenas em 21 de agosto de 1954, aniversário do Parque. Por sua história, fauna e flora, hoje o Parque do Ibirapuera é cenário usado como plano de fundo para grupos de 15 a 40 anos de idade passarem por um roteiro que proporciona a vivência, reflexão e aprendizado, de como se conviver em sintonia com a natureza.

Parque do Ibirapuera Avenida Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n, Ibirapuera

Telefone: Tel: 5573-4180 (administração do parque)

Entrada gratuita UMAPAZ Avenida Quarto Centenário, 1268- Portão 7 A

Telefone: 11 5572-1004 (agendamento com a equipe Aventura Ambiental)

Horários: De Terça à Sexta pela manhã das 8:30h às 11:30h e à tarde das 13:30h às 16:30h

Fonte de Pesquisa:

Economia Verde

Por Diana Nunes

Nos últimos anos a palavra “sustentabilidade” tem sido muito debatida, principalmente em relação à postura de cada cidadão sobre o tema. É claro que as ações de toda a população são fundamentais para tornar o meio em que vivemos mais saudável. Entretanto,
existem pontos maiores a serem debatidos e planejados para que as cidades cresçam em conjunto com o meio ambiente.

O desenvolvimento econômico é positivo para qualquer sociedade, mas a busca desenfreada pelo seu crescimento causa danos devastadores à natureza. Um exemplo disso é o aquecimento global, que teve entre seus causadores a combinação entre lucro fácil, consumismo exagerado e o uso irracional de recursos naturais.

Exatamente por isso foi criado o conceito de Economia Verde, que consiste em elaborar planos em grande escala, visando todo o ciclo de uma sociedade, ou seja, investir em pesquisas de fontes renováveis, uso da água, criação de novos produtos, compromissos com a responsabilidade sócioambiental, incluindo a criação de empregos especializados, reconhecimento dos serviços ambientais e na gestão adequada do lixo.

Quem se interessar pelo tema, pode participar da palestra Economia Verde: da intenção a ação, que acontece em 13 de setembro. É
uma boa oportunidade para quem quiser aprender sobre novas formas de gerir o futuro.

Serviço sobre “Economia Verde: da intenção a ação”
Data: 13 de setembro
Local: Anfiteatro Augusto Ruschi – Secretaria do Meio Ambiente Av. Prof. Frederico Hermann Junior, 345 – Alto de Pinheiros.
Para mais informações, acesse:

A culpa também é sua

Por Luís Felipe Andrade

Dia 27 de agosto de 2010. Uma data histórica, negativamente, para a cidade de São Paulo e região. Hoje, o Centro de Gerenciamento de Emergência da Prefeitura registrou que a umidade relativa do ar no município ficou em 12%. Este é o segundo menor índice, desde 1961, quando a medição teve início. E tende a piorar, pois cada dia que passa sem chuva, aumenta o calor, a evaporação dos líquidos e, consequentemente, a camada de poluição fica mais espessa. Mas você pensa que o ar seco da cidade, a dificuldade de respiração, as queimadas em matas e favelas, os hospitais cheios de crianças, são apenas culpa do meio ambiente?
Pois bem.

A foto acima (publicada no Portal G1) é um comparativo das condições de poluição da mesma região da cidade, num período de. aproximadamente, três meses. Agora, uma curiosidade: Essa grossa camada de fumaça, visualizada na parte esquerda, chegou lá sozinha? Não, não chegou. Cada habitante desta metrópole, e adjacências, tem sua parcela de culpa no mal-estar criado nos últimos dias, por causa do forte calor e o ar muito seco. Por mais que seja discutido, porém pouco adotado, é necessário refletir sobre os rumos que cada um dá ao “pedaço” do mundo que lhe pertence. Só assim, cenas e situações como estas não se repetirão.

Título provisório

Por Laís Alves

A linha do tempo da cidade de São Paulo na história do Brasil começa na Proclamação da Independência, às margens do Rio Ipiranga, passa pelas fazendas cafeeiras, tem uma participação marcante no início da República e pela industrialização do País em fins do século XIX e início do século passado.
São Paulo, hoje, não é só a maior cidade do Brasil. É a maior da América Latina. E, como Tóquio e Nova York, São Paulo é uma cidade plural. Dentre seus (aproximadamente) 12 milhões de habitantes, encontramos pessoas dos quatro cantos do mundo. E suas ruas acolhem a bagagem de cultura, vícios, opiniões, posições políticas, econômicas ou religiosas dessas pessoas.
Viver em São Paulo é um desafio. O trânsito, as mudanças climáticas que ocorrem diversas vezes em um único dia, a constante pressa com que se vive, dão a sensação de que os dias duram muito mais que 24 horas. São Paulo nunca dorme. E essa é a graça de se viver numa grande cidade - poder comer comida mexicana às 5 da manhã, se tiver vontade.
E sempre tem uma manifestação política, ou sindical ou estudantil (atrapalhando o trânsito, claro). A cultura é rica. Sempre tem o que fazer - e não precisa ser obrigatoriamente nos fins de semana e feriados, a cidade não para. Os parques oferecem esportes gratuitos para todos os públicos.
A economia brasileira ferve em São Paulo. E a cidade tem, inclusive, sua Wall Street, a mais movimentada e mais conhecida - a Avenida Paulista, que é o maior símbolo de sua pluralidade. Na Paulista não há somente edifícios gigantes e imponentes, parte das maiores instituições de ensino, cultura e entretenimento estão na Paulista e seus arredores.
O Rio que me desculpe. Maravilhosa mesmo, é a cidade de São Paulo.