As piores cantadas... no elevador!



Equipe Provisório SP

Você já foi cantada no elevador? Como se não bastasse, a criatividade do "garanhão" deixa muito a desejar. A equipe do blog Provisório SP selecionou as quatro piores cantadas. Sabe de alguma outra? Comente: provisoriosp.blogspot.com.

A memória brasileira


Por Danilo Nunes


Você se lembra em quem votou? A pergunta parece absurda, mas não é. Pesquisa realizada entre os dias 3 e 7 de novembro, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresenta dados realmente preocupantes.


Segundo o estudo, 23% dos entrevistados não se recordam do nome do seu candidato a deputado estadual, 21,7% esqueceram para quem votaram para deputado federal e 20,6% não souberam dizer quem escolheram para o senado! E não estou falado das eleições de 2006, mas deste ano! O período eleitoral tinha se encerrado há um mês, até então.


O que mais impressiona é que o universo de eleitores entrevistados variavam entre as idades e o grau de escolaridade. Responderam à pesquisa pessoas entre 16 e 70 anos, que possuíam desde a 4ª série do ensino fundamental até o nível superior completo. A enquete foi realizada com dois mil eleitores de 136 municípios de todas as regiões brasileiras.


Esquecer do candidato em quem votou, eleito ou não, mostra a falta de compromisso com as decisões políticas do país. Talvez seja reflexo daquele pensamento de que "política não se discute". Balela!!! Todos somos seres políticos, fazemos isso o tempo todo! O que é opcional é a posição partidária ideológica.


Não podemos deixar baixar a guarda. Quem não lembra, não cobra. E quem não é cobrado, faz o que quer, ainda mais com o dinheiro do povo! E não é apenas pela corrupção que devemos vigiar, mas para o cumprimento das promessas de campanha, para que mantenha a coerência com o discurso eleitoral, entre outras coisas. Fique de olho, exerça a sua cidadania. É seu direito. É seu dever.


Com informações de: oglobo.com.br


Foto: sbt.com.br

Nas compras de Natal, muita atenção!



Por Kelly Matias


Em meio a correria das compras de final de ano, muita gente se empolga e acaba cometendo erros que podem comprometer a sua segurança e a acabar com a sua festa sem ela ao menos ter começado.


Segundo a Polícia Militar de São Paulo, pequenos detalhes podem evitar que você seja vítima de roubos e furtos, especialmente nas proximidades dos shoppings e grandes centros comerciais.


Confira aqui algumas dica segurança para efetuar as suas compras:


•Evite fazer compras sozinho;
•Procure não utilizar jóias e roupas que chamem a atenção;
•Faça suas compras em dias e horários de menor movimento;
•Para não chamar atenção, evite carregar muitos pacotes ou sacolas;
•Leve consigo somente cartões e cheques necessários;
•Leve consigo pequenas quantias em dinheiro, procure utilizar a opção de débito;
•Nunca deixe bolsa, carteira descuidados, eles devem ser transportadas junto e a frente do corpo, para o lado de dentro da calçada;
•Evite retirar sua carteira em público, principalmente em bares, lojas, locais de grande movimento;
•Desconfie de empurrões ou esbarrões;
•Avise imediatamente a perda, o roubo ou o extravio de cartões ou talões bancários;
•Se presenciar alguma situação suspeita no estacionamento, chame a segurança do shopping e, se surpreender alguém mexendo no seu carro, procure ajuda sem ser notado.


Falta de sorte ou de cuidado?


Adriana Aparecida Correia, de Franca, 28 anos, veio fazer compras na 25 de Março em dezembro de 2009 quando teve sua carteira furtada.


“Estava no meio da multidão com minha mochila nas costas e várias sacolas na mão. Depois de 5 minutos de caminhada, ao entrar em outra loja e chegar no caixa para pagar a compra, percebi que minha carteira que já estava na parte da frente da mochila.“


Adriana conta que na hora que procurou a carteira e não encontrou, não acreditava no tinha acontecido, por ter sido muito rápido, mas que depois de revirar a mochila inteira e não encontrar o pertence se arrependeu de ter deixado todo o dinheiro junto em um só lugar.


Ai já era tarde. Ela já não tinha dinheiro pra mais nada e nem seus documentos pessoais.


Imagem: Janaína Calaça em www.jeguiando.com

Esporte na gravidez


Por Diana Nunes

Após a confirmação da gravidez muitas mulheres ficam com dúvidas sobre quais atividades poderão exercer durante o período da gestação, como continuar ou começar a praticar esportes. Essa preocupação acontece entre as futuras mães, tanto por questões estéticas, quanto pela sensação de bem estar durante a gravidez e consequentemente o bom desenvolvimento do bebê. É certo que você já ouviu expressões de especialistas como “Praticar esportes faz bem à saúde” e “Gravidez não é doença”, mas a união desses dois temas deve ser feita com alguns cuidados.

A professora de educação física Mariana Beolchi alerta sobre as precauções dobradas nos três primeiros meses. “É importante que as grávidas façam exercícios mais moderados nessa fase, modalidades que causam muitos impactos ou que exijam o levantamento de muito peso devem ser descartadas, pois este período é muito delicado, o feto pode não resistir a movimentos tão fortes”.

Já a ginecologista e obstetra Susi Torres Oliveira ressalta a importância de consultar o médico para saber quais são as possibilidades de cada mulher para praticar exercícios “Principalmente aquelas que são sedentárias devem ser mais cautelosas ao iniciarem a atividade física na gestação. É importante o acompanhamento médico para que o bebê e a mãe não tenham nenhum problema”. Mas a ginecologista ressalta também sobre os benefícios que o esporte pode trazer “Exercícios trazem a sensação de bem estar, ajudam a controlar o sobrepeso, a circulação e a respiração, o que é muito importante na hora do parto. Mulheres que já tem ou desenvolvem problemas de saúde como hipertensão e diabetes ganham muito fazendo algum esporte”.

Grávida de dez semanas, a supervisora de serviços Natália Fernandes observa como a atividade física está sendo positiva em seu dia a dia “Já praticava pilates duas vezes por semana e continuei depois de ter descoberto a gravidez. É muito interessante como nos dias que faço, sinto menos sono e cansaço, que são terríveis nessa fase. Fico preocupada também com os quilos a mais que vou ganhar e realmente acho que os exercícios irão me ajudar a controlá-los”.


Pilates e ioga
São muito indicados, principalmente por adaptar os movimentos e deixá-los mais suaves. Ajudam muito na respiração e na postura da gestante, que sofre com o ganho de peso.

Corrida
É bom substituir pela caminhada, pois possui muito impacto e pode causar problemas ao bebê.

Pedalar
Não é muito indicado, exige muita força e causa muito impacto. Caso a mulher deseje praticar essa modalidade deve diminuir o ritmo.

Hidroginástica
O mais indicado e procurado, os movimentos na água são mais leves, não têm quase impacto e são relaxantes para os músculos.

Dança de salão
Uma das melhores opções, pois ajuda a circulação e respiração trazendo bem estar. Acrobacias muito elaboradas devem ser descartadas.

Musculação
Indicado, mas obrigatoriamente a mulher deve diminuir a carga de peso durante toda a gestação. Com exercícios pesados, o bebê pode sofrer uma perda de peso e nascer menor.

Jogos
Devem ser substituídos, pois normalmente exigem muita força e o contato brusco com outras pessoas podem ser perigosos.

Até quando o preconceito vai imperar?


Por Giselle Olmedo

Nos últimos meses temos vivido um período em que manifestações preconceituosas têm feito com que a sociedade reagisse por meio de protestos.Xenofobia, homofobia, incitações à pedofilia, entre outros ataques faz com que repensemos se ainda existe o primordial: o respeito ao ser humano.

Na última quinta-feira, 24, homossexuais e simpatizantes do movimento GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transexuais) realizaram manifesto repudiando a posição da Universidade Presbiteriana Mackenzie em relação à criminalização da homofobia. Augustus Nicodemus Gomes Lopes, chanceler da Igreja Presbiteriana, que administra a universidade, declarou em carta aberta ser contra a aprovação do PL. A passeata começou em frente ao “Mack”, passando pela Rua da Consolação e tomando a Avenida Paulista. Os manifestantes encerraram o evento em frente ao número 777 da via, local onde, recentemente, foi agredido um jovem homossexual por um grupo de garotos.

Antes de mais nada, é bom lembrar que o Mackenzie sempre foi conservador ao extremo. Lá em meados de 1968, período ditatorial no Brasil, existiu um conflito armado entre duas faculdades: Mack e USP. A galera da USP, agitadora desde aquela época, era contra o domínio das forças armadas no governo e lutava pela democracia. Já o pessoal do Mack garantia que o melhor mesmo era continuar com as censuras, com os conflitos, com a repressão e toda a liberdade de expressão em prol do governo. Esta foi a famosa “batalha da Maria Antônia”, no centro de SP, devido às divergências de opinião.

Bem, o posicionamento opressor voltou a tona. Vanessa Rodrigues, 24 anos, auxiliar de escritório, esteve presente na manifestação e é aluna do Mackenzie. A estudante afirma que compareceu para somar àqueles que lutavam pelos mesmos direitos que ela. ”Esta é uma forma de conscientizar as pessoas que não é correto incitar a violência contra nós, como fez o chanceler divulgando esta carta”. A manifestação foi integralmente pacífica, justamente para mostrar à reitoria que é possível respeitar a realidade sexual do indivíduo sem agredir ninguém. Vanessa espera que a passeata surta efeito. “É uma forma de dizer que existimos e queremos lutar por nossos direitos”, afirma.

Moacir Andrade, 35, analista de sistemas, diz que participou do manifesto como forma humanística. O programador diz que não é homossexual, porém possui familiares que sofrem preconceito por terem se assumido. “Os jovens agredidos na Avenida Paulista e no Arpoador (Rio de Janeiro) mostram a sociedade preconceituosa em que vivemos. O dia a dia é cruel. Este protesto mostra que essa gente tem voz, que não admite esse tipo de tratamento e que a igualdade de credo, cor, raça ou orientação tem que valer. Não somos todos iguais perante a lei?”, indaga Moacir, que tem um irmão gay e uma prima lésbica.

Enfim, dar a voz às minorias tem sido importante nos últimos tempos, visto o tamanho preconceito que tem se alastrado. Engraçado como o Brasil, um país multirracial, ainda consegue ter atitudes que enojam àqueles que têm bom senso.

Viva a diversidade!

Imagens: Marina Morena Costa

A Era dos Smartphones

Por Aline Moura

Nos últimos anos o mercado de telefonia móvel no Brasil demonstra alta crescente e esta tendência, é reflexo de um movimento que reforça a economia da América Latina, atualmente o 2° maior mercado de telefonia celular do mundo, de acordo com a consultoria Wireless Intelligence.

Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), são 191 milhões de aparelhos com linhas habilitadas, aproximadamente uma linha por habitante do país. O técnico de informática Raphael Alves da Silva, 21 anos, conta como foi à escolha do novo celular: “Meu aparelho já estava ultrapassado com as novas tecnologias e não atendia bem ao que eu necessitava, então resolvi escolher outro modelo”, diz.

Dentre as principais novidades nos aparelhos estão o acesso à internet, as redes sociais como Facebook e Twitter, tecnologias como Bluetooth para a transferência de arquivos e até acesso canais de TV digital. Mas essa diversão tem um custo. Um aparelho normal custa entre R$ 100,00 e R$ 400,00. Já um aparelho 3G pode custar até R$ 1.500, essa variação depende do aparelho, da marca e das funções do produto.

É um mercado investe em novas tecnologias. Thais A. do Nascimento, 20 anos, também foi atraída pelas novidades: “Fiz buscas na internet para saber mais sobre o aparelho e o que influenciou a compra foram as redes sociais, através disso busquei experiências de quem já tinha o produto, para saber se era bom ou ruim”, aponta a estudante de marketing.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil tem o 4º serviço de telefonia móvel mais caro do mundo, perde apenas para Japão, Itália e França. Thais considera o preço um obstáculo para o consumidor: “Costumo gastar por mês em torno de R$60,00, mas não navego na internet por que o preço não é acessível e a navegação ainda é muito limitada”, aponta a estudante.

Segundo um estudo da União Internacional de Telecomunicações (UIT), os gastos do brasileiro com o celular representam cerca de 5% da renda mensal, em comparação ao Japão, país com o pacote de ligações mais caro, interfere cerca de 1% da renda dos habitantes. No Brasil, estes pacotes incluem acesso à internet, minutos em ligações e uso de SMS. Raphael descreve como planeja os gastos com o celular: “Meu Gasto médio é de R$50,00 incluindo internet e SMS. Sempre uso da melhor forma e procuro não abusar. Faço uma recarga já prevista no meu orçamento”, diz o técnico de informática.

Ainda segundo a Anatel, mais de 12 milhões de brasileiros já possuem um smartphone, ou seja, mais de 6% do total de aparelhos ativos no país. Mas o uso de aplicativos e o acesso à banda larga (diferencial destes aparelhos), associado ao custo dificulta a popularização dos modelos e ainda é uma realidade de poucos.

Bem vindo a festa do divórcio!


Por Aline Moura


Tudo começa com o namoro, são anos de relacionamento até que o casal decide que é hora de dar um passo importante na vida, juntar as “escovas de dentes” e compartilhar as experiências de modo integral, é o casamento. Considerado o ápice da vida adulta, mas será que continua viva aquela história do “felizes para sempre”?

Depois da mulher que casou consigo mesma em Taiwan, a nova tendência dos relacionamentos modernos é procurar um buffet, convidar familiares e amigos para o casal realizar a festa do divórcio. É como se fosse um ritual para os noivos retornarem a vida de solteirice. E aquele momento triste marcado por desentendimentos, é coisa do passado e superado na balada.
Em entrevista ao Portal UOL, a assessora de imprensa Meg Sousa conta a experiência:: “No início, meus amigos reagiram com muito espanto, não acreditavam. Depois, acharam a ideia o máximo. Nunca haviam visto uma festa com este tema e muito menos haviam participado de uma. Foi muito boa, tanto que neste ano realizei a segunda edição do evento”, diz.


As atrações

Também conhecida como “Bodas Rasgadas”, essa tendência já é febre nos Estados Unidos, de acordo com o portal existem empresas especializadas nesse tipo de evento, que agora chegou aqui para cair no gosto do brasileiro. A festa acompanha convites, decoração especial, bolos de casamento com enfeites personalizados e até jogo de dardos com a foto do ex companheiro. É um prato cheio para quem decide levar esse momento de um jeito diferente. E o mercado encontra nessa oportunidade, um nincho de atuação para desenvolver produtos específicos para esse tipo de evento.

A hora do divórcio


Divorciado há pouco mais de um ano, o mecânico Fabiano de Holanda, não aprova muito a ideia da festa do divórcio mas indica: “todo mundo pensa em casar um dia, pensa em ser feliz, mas se não dá certo, você não pode insistir em algo que não vá te fazer feliz, você tem que procurar algo melhor”, conta o rapaz.

O levantamento de dados do IBGE sobre casamentos e divórcios no Brasil aponta que em 1999 eram aproximadamente 25% de divorciados sem filhos, e em 2009, o número subiu para cerca de 37%. Fabiano atribui o rápido fim dos relacionamentos a questão da fidelidade: “Hoje em dia é muito difícil encontrar fidelidade, seja no homem ou na mulher, é difícil deitar no travesseiro tranquilo, fechar os olhos e confiar”, afirma o mecânico.

Comer, rezar e amar?

O filme lançado em setembro nos cinemas brasileiros, relata a história de Liz Gilbert (Julia Roberts) uma mulher moderna que sempre teve tudo o que desejou. Mas, após se divorciar, decide arriscar a vida estável e partir em busca de novas experiências. Em outros países conhece novos sabores com a gastronomia italiana, o poder da oração na Índia e um novo amor em Bali. Liz parte em busca de sua essência, será que é esta essência pela qual homens e mulheres estão a procura? O encontro do equilílibrio e da paz interior?